De Isabel Marques da Silva & Elena Cavallone • Últimas notícias: 11/10/2019 - 14:55
Está prevista para 1 de novembro, mas a tomada de posse da próxima Comissão Europeia presidida por Ursula von der Leyen poderá ter de ser adiada.
Face à rejeição pelo Parlamento Europeu dos nomeados por França, Roménia e Hungria, terá de ser alargado o processo de audições.
A Hungria e Roménia já tinham indicado novos nomes, mas a queda do governo socialista em Bucareste poderá causar mais atrasos. O presidente francês, Emmanuel Macron, ficou chocado com a decisão sobre Sylvie Goulard, quinta-feira, mas vai ter de apresentar outro nomeado.
As audições são precedidas por uma apreciação sobre conflitos de interesses financeiros por parte da comissão parlamentar de Assuntos Jurídicos.
Face a esta complexidade, Alberto Alemanno, professor de Direito da União Europeia na HEC Paris, considera que "Ursula von der Leyen precisa que a sua equipa seja aprovada por uma maioria sólida do Parlamento. Mas, atualmente, não tem uma equipa nem uma maioria que apoie a sua agenda política".

Sem comentários:
Enviar um comentário