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quarta-feira, 18 de junho de 2025

 

A escumalha assassina

By estatuadesal on Junho 15, 2025

(Joseph Praetorius, in Facebook, 15/06/2025, Revisão da Estátua)

Ataques sobre Telavive. Afinal a Cúpula de Ferro tem buracos...

É importante notar que todos os membros da equipe negocial iraniana com os EUA foram assassinados pela escumalha khazar, que atacou, não o esqueçamos, ao abrigo dessas negociações cuja utilidade foi, afinal, a de fazer os iranianos baixarem a guarda.

Os EUA terão agora mais trabalho na reconstituição da sua credibilidade negocial, seja com quem for.

Sendo evidente que os russos tomaram boa nota, sobretudo no que à defesa dos membros da sua própria equipa negocial diz respeito.

A obstinação na técnica do assassinato de quadros e dirigentes, acabará, mais tarde ou mais cedo, por exigir dos próprios iranianos, como dos russos, medidas em conforme reciprocidade - e preferencialmente maior eficácia - sendo evidente que, a atual fase de isolamento político interno das cliques dirigentes khazares, tanto na Ucrânia, como na Palestina, oferece a esta solução um êxito de amplitude até agora não admitida, mas a partir de agora evidente.

O golpe mal pensado no território iraniano, coloca o dito "ocidente global" diante do terror do eventual encerramento do estreito de Ormuz e do plausível ataque às bases (e unidades navais) dos ditos "ocidentais" na região. O barril de petróleo a 300 dólares liquida a Weuropa num paar de meses. A China talvez não, por ser plausível a proteção pelos (leais) fornecimentos russos. A lealdade define a política externa russa.

A chegada das primeiras armas chinesas ao Irão, a disponibilização pública para o combate ao inimigo comum pela Coreia do Norte, o cerrar de fileiras das opiniões públicas dos países islâmicos, a unidade política óbvia em suporte da direção política, militar e religiosa do Irão, tudo isto, não permite vaticínios favoráveis à escumalha genocida. O processo adquire dinâmica própria, resistente a qualquer eventual êxito "ocidental".

A tomada de posição de Erdogan junto do Príncipe Real Saudita foi muito expressiva. O atacante e seus cúmplices não têm apoios.

Os apelos a "negociações" fazem rir. A escumalha não notou ter perdido a cara. Quarenta anos de recrutamento criterioso dos pseudo dirigentes europeus no mais asqueroso lúmpen dos funcionalismos bancários, deu nisto. E ainda não vimos o pior.

As versões oficiais perderam credibilidade, se alguma vez as tiveram. O Irão não tem, porque não quis ter, armas nucleares.

O Irão não poderia usar armas nucleares sobre o território ocupado pelo khazar, sem ferir os xiitas do Líbano, da Síria, do Iraque, do Iémen, da Arábia e da Turquia, coisa que, evidentemente, nunca faria e, atrevo-me a dizer, nunca fará. Só o monstruoso khazar pode, em pulsão suicidária, matar-se a si próprio para matar o inimigo que elegeu.

É preciso fixar isto. É verdade para o Médio Oriente e para a Ucrânia.

É preciso erradicá-los antes que a tentação de nos levar com eles tome proporções visíveis.

Talvez os sefarditas possam ajudar, quem sabe?

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