A escumalha assassina
(Joseph Praetorius, in Facebook, 15/06/2025, Revisão da Estátua) ![]() Ataques sobre Telavive. Afinal a Cúpula de Ferro tem buracos... É importante notar que todos os membros da equipe negocial iraniana com os EUA foram assassinados pela escumalha khazar, que atacou, não o esqueçamos, ao abrigo dessas negociações cuja utilidade foi, afinal, a de fazer os iranianos baixarem a guarda. Os EUA terão agora mais trabalho na reconstituição da sua credibilidade negocial, seja com quem for. Sendo evidente que os russos tomaram boa nota, sobretudo no que à defesa dos membros da sua própria equipa negocial diz respeito. A obstinação na técnica do assassinato de quadros e dirigentes, acabará, mais tarde ou mais cedo, por exigir dos próprios iranianos, como dos russos, medidas em conforme reciprocidade - e preferencialmente maior eficácia - sendo evidente que, a atual fase de isolamento político interno das cliques dirigentes khazares, tanto na Ucrânia, como na Palestina, oferece a esta solução um êxito de amplitude até agora não admitida, mas a partir de agora evidente. O golpe mal pensado no território iraniano, coloca o dito "ocidente global" diante do terror do eventual encerramento do estreito de Ormuz e do plausível ataque às bases (e unidades navais) dos ditos "ocidentais" na região. O barril de petróleo a 300 dólares liquida a Weuropa num paar de meses. A China talvez não, por ser plausível a proteção pelos (leais) fornecimentos russos. A lealdade define a política externa russa.
A tomada de posição de Erdogan junto do Príncipe Real Saudita foi muito expressiva. O atacante e seus cúmplices não têm apoios. Os apelos a "negociações" fazem rir. A escumalha não notou ter perdido a cara. Quarenta anos de recrutamento criterioso dos pseudo dirigentes europeus no mais asqueroso lúmpen dos funcionalismos bancários, deu nisto. E ainda não vimos o pior. As versões oficiais perderam credibilidade, se alguma vez as tiveram. O Irão não tem, porque não quis ter, armas nucleares. O Irão não poderia usar armas nucleares sobre o território ocupado pelo khazar, sem ferir os xiitas do Líbano, da Síria, do Iraque, do Iémen, da Arábia e da Turquia, coisa que, evidentemente, nunca faria e, atrevo-me a dizer, nunca fará. Só o monstruoso khazar pode, em pulsão suicidária, matar-se a si próprio para matar o inimigo que elegeu. É preciso fixar isto. É verdade para o Médio Oriente e para a Ucrânia. É preciso erradicá-los antes que a tentação de nos levar com eles tome proporções visíveis. Talvez os sefarditas possam ajudar, quem sabe? |

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