Se João Soares for mesmo para a administração da Lusa, estarão os jornalistas a salvo? Ou sujeitos a levar umas bofetadas caso perturbem a existência do filho varão do eterno monarca socialista? Costa bem que podia ter arranjado um tacho mais condizente com o personagem. Deixá-lo entre jornalistas poderá revelar-se uma péssima ideia.
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Prémios Arco-Íris, Outono/Inverno 2017
Novo artigo em BLASFÉMIAS
Prémios Arco-Íris, Outono/Inverno 2017
por vitorcunhaA Rita Ferro Rodrigues, entre uma paragem e outra, e Joana Barrios apresentarão a cerimónia de entrega dos
Prémios Arco-Íris de 2017, um galardão que celebra pessoas que se distinguiram “na luta contra a discriminação
em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais”. O violador de Telheiras
não foi galardoado, apesar de não discriminar “orientação sexual, identidade de género e características sexuais”, o que, para a pessoa em questão, tão subjugada à heteronormatividade, convenhamos, indica que marcha tudo.
Os vencedores são então:
Catarina Marcelino - porque “refugiados ajudam a resolver problemas de natalidade”, apesar do violador de Telheiras, admitamos, também contribuir, apesar de em menor escala.
Graça Fonseca - porque é lésbica, andou a dizer que é lésbica, é socialista e nós precisávamos saber de ambas, para nos sentirmos melhor ou assim, apesar de não constituir qualquer "luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais" um gajo ter o azar de gostar de mulheres ou, pior, uma mulher gostar de homens.
Rita Porto - por uma peça jornalística que diz que há meninos que sofrem imenso por lhes terem dito que podemos ser o que quisermos ser, de preferência antes dos 16 anos e após terapia hormonal para retardar puberdade, que não é de todo abuso infantil como um estalo no meio da rua seria.
Zélia Figueiredo - porque é uma psiquiatra que, apesar de nos dizerem que “pessoas trans” não têm qualquer patologia, trabalha para o bem estar de “pessoas trans”.
Revista Cristina - porque, convenhamos, a Cristina é bastante jeitosa e - porque não dizer? - sensual numa lógica heteronormativa-heteropatriarcal.
Fundação Calouste Gulbenkian - porque sim, dá sempre jeito.
Museu Nacional de Arte Contemporânea - porque fez uma exposição de arte contemporânea, o que é de mérito para um museu de arte contemporânea.
Ordem dos Psicólogos Portugueses - porque é bom meter todos os profissionais na linha para o progresso da sociedade rumo ao Coisx Novo.
Os vencedores do prémio para Chulo, Azeiteiro do Ano e Melhor Piropador de Freiras, pessoas que também se distinguem "na luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais" serão anunciados brevemente.
A Economia Política dos muito ricos (e dos impostos que pagam)
Ladrões de Bicicletas
Posted: 28 Dec 2017 01:40 AM PST
A desigualdade tem vindo a aumentar nas últimas décadas na generalidade dos países do mundo e Portugal não é excepção. Há vários factores que explicam esta evolução, incluindo factores tecnológicos, económicos e políticos. Estes factores são em larga medida interdependentes: a política regula a economia e a tecnologia, mas a correlação de forças entre os actores relevantes é influenciada pelas condições económicas e tecnológicas.
Por exemplo, é sabido que a progressividade dos sistemas fiscais afecta a distribuição dos rendimentos. Porém, quanto mais poder têm os muito ricos, mais bem-sucedidos são em garantir que a política fiscal não os penaliza.
Tendo isto presente, o gráfico anexo (retirado daqui) diz-nos muito do que se tem passado no mundo – e em particular em Portugal. Mostra-nos que os países que mais reduziram o valor máximo da taxa marginal de imposto (i.e., aquela que incide sobre os rendimentos mais elevados) são tendencialmente aqueles onde o peso dos mais ricos na economia mais aumentou. Portugal surge neste gráfico muito mais próximo dos EUA e do Reino Unido do que a maioria dos países do continente europeu.
Isto ajuda-nos a perceber não apenas como evoluiu a desigualdade em Portugal, mas também quem tem visto reforçado o seu poder político. Ajuda-nos também a perceber que não é politicamente fácil assegurar a existência de um sistema fiscal fortemente progressivo (isto é, que exige contribuições proporcionalmente maiores a quem tem mais rendimentos). Mas é certamente necessário.
A Geringonça é cruel e detesta o Natal
Longe vão os tempos em que o regime venezuelano cultivava boas relações diplomáticas com Portugal. Dos Magalhães vendidos por Sócrates a Chávez aos abraços fraternos entre Portas e Maduro, a relação entre os dois países era cordial e fecunda. Quando o golpe de Estado de Novembro de 2015 levou o totalitarismo soviético ao poder no nosso país, as perspectivas de um aprofundar desta relação eram legítimas e fundadas. Tinha tudo para dar certo e havia até quem por cá quem defendesse que estávamos perante regimes idênticos. Ler mais deste artigo
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
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