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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

5 cruzeiros e passeios de barco para descobrir Portugal

por admin

A partir do rio e do mar, em cruzeiros e passeios de barco, propomos 5 programas para um fim de semana à descoberta de uma face diferente do país. Se conhece o país de norte a sul e Portugal já não tem muitos segredos para si, venha descobrir um ponto de vista diferente. Nos cruzeiros e passeios de barco que podemos fazer pelos nossos rios e costa há muito que encontrar e experimentar. Velhas paisagens que conhecemos tão bem ganham uma nova perspectiva, cores e sabores. Do Douro à Ria Formosa, venha connosco num cruzeiro à procura de um país que nem sabíamos que existia!

1. Douro

Para além dos passeios de algumas horas que pode fazer na foz do Douro, até Barca de Alva há muito rio para descobrir. Há cerca de 60 operadores, com 147 embarcações, 20 das quais são barcos-hotéis. Os cruzeiros do Douro estão em pleno crescimento e em 2017 deverão chegar ao milhão de turistas.

Rio Douro

Rio Douro

Curiosamente, já não são só os estrangeiros a vir conhecer a Régua ou o Vale do Côa de barco. Há cada vez mais passageiros portugueses em busca destas belíssimas paisagens e da sua tranquilidade. Das arribas brutas do Douro Internacional ao rendilhado dos socalcos das vinhas, é uma sucessão de vistas magníficas.

2. Alqueva

O Grande Lago do Alqueva já marca a paisagem desde 2004 mas ainda é um ilustre desconhecido para muitos portugueses. As estruturas necessárias ao turismo têm levado algum tempo a ser construídas, mas já há peças suficientes para nos levar até ao Alentejo.

paisagens mais bonitas de PortugalAlentejo

O clima ameno durante todo o ano convida a mais escapadelas e também aqui podemos fazer passeios de barco. Da marina da Amieira ou do cais da barragem partem cruzeiros curtos para conhecer a vida natural e as aldeias. Existem também diversos percursos com durações entre uma hora e um dia inteiro com almoço numa das aldeias ribeirinhas do Alqueva.

3. Tejo

Ao chegar ao mar, o maior dos rios portugueses oferece uma vista única sobre Lisboa. Para a apreciarmos as hipóteses são muitas e variadas, conforme a carteira e os gostos de cada um. À vela, o Leão Holandês e a Teimoso Tours oferecem cursos de vela e passeios de duas horas. A Palma Yatchs leva-nos a ver o pôr do sol e a comer sushi.

cidade mais bonita do MundoPonte 25 de Abril

Se quiser seguir direcção oposta, rio acima, o cenário muda. Vamos encontrar muita vida selvagem com a Rio-a-Dentro e descobrir os avieiros com a Ollem. Se nunca visitou as ilhotas e recantos que o Tejo forma a poucos quilómetros da capital, é uma oportunidade imperdível.

4. Sado

Com a Serra da Arrábida a preencher-nos a vista, o fim do Sado é um palco fabuloso. Os programas durante todo o ano são variadíssimos e até incluem as iguarias da região. A observação de Golfinhos, os Roazes Corvineiros que aqui moram, é relativamente fácil e comum se for com quem percebe.

praias mais bonitas da Arrábida

Serra da Arrábida

A Sado Arrábida tem licença para observar cetáceos e conta com uma taxa de sucesso de 95% nos passeios que organiza. Há ainda almoços e provas comentadas por enólogos da região e sunset parties na companhia do vinho local. Para conhecer apenas a paisagem, há mini-cruzeiros que passam pelas praias com almoços a bordo.

5. Ria Formosa

Entre Faro e Vila Real de Santo António, a Ria Formosa é um pedaço muito especial do Algarve. O turismo não pára aqui, mas é fácil de nos isolarmos do mundo. Entre os bancos de areia, ilhéus e formações que a maré cria e recria todos os dias, é possível programar uma escapadela romântica ou um fim-de-semana a dois e aproveitar o melhor que o Algarve tem para nos dar.

locais para visitar no AlgarveRia Formosa

A Passeios Ria Formosa propõe um jantar num veleiro ancorado numa das lagoas da Ria. Oferecem-lhe o transporte até ao barco, onde o menu inclui ostras e outros mariscos, vinho fresco e sobremesa. Se preferir jantar enquanto navega, a Active Bookings leva-o para um passeio, enquanto degusta champanhe “Moët & Chandon”. Com partidas em Olhão e Faro, a Natura Algarve oferece propostas românticas.

Fonte: quilometrosquecontam.com

Rui Rio daqui a dois anos? Vá para a sala de espera do diabo

por estatuadesal

(Daniel Oliveira, In Expresso Diário, 17/01/2018) 

Daniel

Daniel Oliveira

Fazer previsões a dois anos de distância é absurdo. Muita coisa pode acontecer a um governo que ainda está a meio do mandato. E muita coisa pode acontecer nos meses anteriores às eleições. Há, no entanto, algumas coisas que sabemos pela experiência das últimas décadas. Que só ao fim de muito tempo, por cansaço acumulado, governos caem em tempos de recuperação de rendimento e emprego. Vivemos muito embrenhados nos casos mediáticos, mas continuam a ser as condições materiais de vida dos cidadãos que determinam, antes de tudo, o seu voto. Mesmo o PSD e o CDS, que conseguiram um dos piores resultados da direita nacional nas últimas eleições, só ficaram (coligados) à frente do PS porque no ano anterior reduziram drasticamente as medidas de austeridade, permitindo um alívio nas carteiras dos portugueses.

Não há, com os dados que conhecemos, nada que aponte para a derrota do PS e do conjunto da esquerda nas próximas eleições. Mesmo os incêndios tiveram, se olharmos para as sondagens e para as eleições autárquicas depois de Pedrógão (mas antes de outubro), pouco efeito no sentido de voto. E é difícil um governo passar por maior tragédia do que aquelas. Quanto à degradação da qualidade dos serviços públicos, que se agudiza desde o início do século, pouco se pode fazer dentro dos constrangimentos europeus que a maioria do país aceita. Andamos apenas a adiar o colapso. Dificilmente algum governo conseguirá fazer o milagre de continuar a ter um superavit primário e não rapar no fundo do tacho do Serviço Nacional de Saúde e do Estado Social.

O que pode acontecer à “geringonça” é interno à “geringonça” e será, mais do que o PSD, determinante para a divisão de votos. Se as pessoas perceberem que Bloco de Esquerda e PCP estão empenhados, de forma ativamente crítica, numa solução à esquerda, os três partidos partilharão os resultados de um mandato globalmente positivos. Se os sinais de rutura forem claros ou mesmo explícitos, o PS terá condições para conquistar uma maioria absoluta.

Compreendo o raciocínio que Rui Rio, de forma um pouco cândida, tentou explicar a Pedro Santana Lopes: se o PSD disser que não viabiliza um governo minoritário de António Costa os eleitores de centro-direita tenderão a votar útil no PS, para que ele governe sozinho. Ele não disse que eram os de centro-direita, mas digo eu. Porque, como indicam todos os estudos de opinião, a esmagadora maioria dos eleitores tradicionais dos três partidos da “geringonça” estão satisfeitos com esta solução. Mesmo os eleitores socialistas parecem, depois da experiência de Sócrates, confiar mais num PS dependente de outros partidos do que numa maioria absoluta. E os eleitores do BE e do PCP, mesmo que gostassem de ver este governo ir mais longe, preferem ver os partidos em que votaram a determinar aspetos fundamentais da governação do que a ouvi-los apenas a protestar, na oposição.

Na realidade, a “geringonça” agrada, segundo todas as sondagens, a mais pessoas do que aquelas que votaram nos três partidos que a construíram. Ignorar isto é construir castelos no ar. Claro que se a economia e o emprego correrem mal tudo isto muda. Mas, com os dados que temos, o discurso baseado na ideia de “libertar o governo das garras da extrema-esquerda” dirige-se aos convertidos. Não tem qualquer efeito num eleitorado de centro que não se sente no meio de um processo revolucionário. O país não vive nas redes sociais nem é representado pelos colunistas.

Os apelos ao bloco central também não têm qualquer futuro. Bem sei que muitos se convenceram que António Costa fez nascer a “geringonça” por mero taticismo. Também foi isso. Todos os momentos históricos misturam estratégia e tática, premeditação e conjuntura. Mas quando Costa deu este passo, que tudo indica que já tinha sido discutido com o PCP antes das eleições, olhou para o futuro. Percebeu que com dois partidos médios à sua esquerda as maiorias absolutas iam ser cada vez mais excecionais. Sem quebrar o tabu ficaria eternamente dependente da direita para governar. E Costa, que é tudo menos falho de instinto político, sabe o que está a acontecer aos partidos socialistas e social-democratas que se mantiveram num bloco central anacrónico: estão a morrer. Do PASOK ao SPD, passando pelos socialistas holandeses. É por isso que o PSOE se recusa a qualquer entendimento com o PP e o Labour virou à esquerda. Mesmo o SPD resiste até ao limite na renovação do acordo com a CDU. António Costa não descobriu a pólvora. O bloco central só não foi dinamitado onde não havia qualquer alternativa. Só se fosse louco é que Costa preferia depender do PSD, tendo de lhe ceder e deixando livre o espaço de crescimento à sua esquerda. Só haverá um governo socialista dependente do PSD se BE e PCP o quiserem. E se o derem a entender antes das eleições até é provável que ofereçam uma maioria absoluta ao PS. Com os dados que temos hoje, esse é um filão sem futuro.

Não sei se Rui Rio trabalha para os próximos dois anos ou tem uma visão que ultrapassa as próximas eleições. Se o seu prazo de validade são as próximas legislativas, não há grandes razões para o PSD estar otimista. Resta-lhe a mesma estratégia de Passos: esperar que as coisas corram mal na economia. E, desta vez, tentar que os portugueses não notem a sua esperança. Se, pelo contrário, pensa para depois de 2019, tem tempo para se construir como alternativa.

Se não se perder em diatribes liberais que agradam a meia dúzia de colunistas, Rui Rio pode representar com eficácia a direita nacional. Basta acrescentar ao programa que a direita tem há anos (fazendo dele menos alarde ideológico do que Passos Coelho) um vago patriotismo simbólico. E, como estilo de liderança, alimentar um distanciamento altivo em relação ao burburinho mediático, que lhe é natural e o distingue de Marcelo. Rui Rio tem tudo para ser melhor cavaquista do que Cavaco. Tem o perfil ético que sempre faltou ao anterior Presidente da República e partilha com ele o gosto pelo exercício um pouco mais musculado do poder. Mas precisa de pelo menos seis anos para receber o poder como quase todos os últimos primeiros-ministros o receberam: por cansaço ou falhanço de quem está no governo. A questão é se resiste a tão longa travessia do deserto. Se é para daqui a dois, apenas mudou o turno dos que fazem política na sala de espera do diabo.

Fazem tudo para nos assustar, mas as razões objetivas desmentem-nos!

por estatuadesal

(Por Jorge Rocha, in Blog Ventos Semeados, 17/01/2018)

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Todos os meses a Associação Gandaia da Costa da Caparica organiza, sob a égide do escritor Reinaldo Ribeiro, um debate sobre um ou mais temas da atualidade. No de ontem, e por ser o primeiro do ano, decidiu-se que ele seria de Mesa Aberta, ou seja, disponibilizando-se o espaço de troca de ideias para aquelas que a assistência entendesse como as mais pertinentes.

Vindo a talhe de foice alguns dos temas de recente atualidade - incêndios vs. indicadores económicos, trumpismo, guerra na Síria, aquecimento global, ameaça nuclear - duas atitudes vieram ao de cima: as mais abertamente otimistas e as depressivamente pessimistas.

Não preciso de me alongar muito em que lado de tais posicionamentos me situei: as ideias que professo levam-me a ir mais além do que a célebre fórmula de Gramsci, assumindo-me como otimista na Razão e muito, mas muito, otimista na vontade.

É verdade que os quotidianos telejornais justificam o temor de muitos quanto à nossa aproximação de um inevitável Apocalipse, seja na forma de um inverno nuclear, seja no de uma fome generalizada, seja no de guerras à escala global motivadas por grandes migrações de populações devastadas por inundações, secas e outros efeitos das alterações climáticas.

Essa atitude leva-me a evocar o terror em que Virginia Woolf ou Stefan Zweig terão vivido os seus derradeiros dias antes de se suicidarem, convencidos da inevitabilidade da vitória nazi, que tenderia a dar-lhes o  mesmo destino, que aos de milhões de seus semelhantes, sujeitos por essa altura a encarneirarem-se para os fornos crematórios.

Socorro-me por isso de um trecho do artigo hoje publicado no «Diário de Notícias» por Viriato Soromenho Marques em que este lembra que “as melhores armas desenvolvidas entre 1939 e 1945, com a exceção da bomba atómica, foram produzidas pela Alemanha. Os melhores submarinos, os melhores carros de combate (como o Tiger e o Panther), os primeiros aviões a jato (Heinkel He 178), os primeiros equipamentos de visão noturna, os primeiros mísseis de cruzeiro (V1), os primeiros mísseis balísticos (V2). Contudo, e apesar das suas pioneiras "armas secretas", a Alemanha perdeu a guerra. Os erros políticos e estratégicos na condução da guerra, multiplicando as frentes, subestimando os inimigos e sobrestimando as forças próprias, esmagaram os ganhos da superioridade tecnológica e do talento militar, esgotaram o espaço de manobra que é uma condição indispensável para a vitória.”

É, pois, a própria História a ensinar-nos que, se formos suficientemente inteligentes e determinados no esforço de contrariarmos as ameaças mais intimidantes, elas acabarão por ser vencidas.

Esta lição também é verdadeira para outro dos temas, que temos na ordem do dia: a estratégia inaceitável das grandes empresas - e estamos aqui a falar da EDP e da Galp - para contrariarem a governação socialista escusando-se ao pagamento de impostos. Algo que os grandes operadores de televisão por cabo também andam a teimar como forma de recusarem o seu contributo para o financiamento do cinema nacional.

Aqui nem se compreende a tibieza com que o governo tem tratado este assunto: sendo impostos decididos legitimamente pelos poderes  legislativo e executivo, não pode haver contemplações com quem se quer ufanar de incumprimento das obrigações fiscais. No Parlamento, o ministro da Economia proclamou o óbvio: "Porque não é aceitável que as empresas digam que não querem pagar porque concordam ou não com o Governo, porque concordam ou não com o imposto. Não nos é perguntado a nenhum de nós, e é essa a natureza dos impostos, se concordamos ou não, não é perguntado a quem tem obrigações fiscais. A única resposta que [a EDP e a Galp] têm de dar é cumprir as suas obrigações fiscais". Agora Manuel Caldeira Cabral só tem de ser consequente com tais palavras e fazê-las cumprir. Tanto mais que as reservas agora levantadas pela empresa de Mexia nunca existiram enquanto Passos Coelho foi primeiro-ministro. Se isto não é a tentativa de boicote ao governo atual, não sei que mais será preciso demonstrar.

Mas esse tal capitalismo em pantanas, que se procura eternizar, mesmo já não tendo condições geográficas para se expandir e assegurar o seu imprescindível crescimento - chegado o tempo da globalização para onde pode agora ampliar-se? Para Marte? Para Alfa de Centauro? - vem ensaiando uma nova tática a nível internacional, que mais não constitui do que uma recauchutagem da Terceira Via: quando surgiu na paisagem política francesa, Emmanuel Macron, era tido como um banqueiro próximo dos socialistas (como se essas duas condições não se excluíssem por natureza…).

Candidato ao Eliseu, conseguiu destruir o Partido, que o tinha feito ministro (que acaba agora de vender a sede histórica de Marselha, depois de já o ter feito com a de Paris e ainda mantendo-se abaixo da linha de água a nível financeiro), apresentando-se como um político independente, mas situado na matriz de centro-esquerda, o que tendo em conta a alternativa (Marine le Pen) acabava por representar um mal menor.

A surpresa que muitos dos antigos deputados e outros altos quadros do Partido Socialista, que se mudaram de armas e bagagens para o seu movimento En Marche, é que, quer na emigração, quer nos refugiados, quer sobretudo no indecoroso aumento das desigualdades de rendimentos entre os muito ricos e os demais extratos da população, o banqueiro confirmou a sua natureza. A revisão das leis fiscais, agora  apresentada, não desmerece da de Trump, que consegue exatamente o mesmo: a redução dos impostos para a minoria mais abastada e o agravamento da dos demais. Daí que haja já quem se comece a interrogar se não vendeu a alma ao Diabo. Que, afinal, em vez de andar a iluminar as expetativas dos principais apaniguados do PSD, parece andar à solta por terras gaulesas.

Uma Sociedade de Idosos


Uma Sociedade de Idosos

por estatuadesal

(Por Dieter Dillinger, in Facebook, 17/01/2018)

idosos

Voltando ao Hospital Amadora Sintra verifiquei que todos os acamados que vi e nas urgências eram pessoas muito idosas.

O vizinho do meu amigo tem 86 anos e quase não dá conta de si e o da outra cama deve andar por perto.

Efectivamente, no ano passado devem ter falecido umas 112.000 pessoas e terão nascido 87.200. O país terá perdido 24.800 pessoas ou, principalmente, nascituros.

Não é nada que não esteja previsto, sem qualquer estudo demográfico, sociológico ou o quer que seja.

Basta a olhar à nossa volta, ver os idosos familiares e amigos partirem e reparar que só existe classe média com dois cônjuges a serem explorados e nenhum ou um filho.

Por um lado será um mal, mas por outro nega a tese dos milionários e seus representantes políticos da falta de sustentabilidade da Segurança Social.

A esperança de vida atingiu os 81,5 anos em 2017, mas com ela aumenta a mortalidade e até diminui o número de pensionistas, pela simples razão de que não ficamos por cá.

Temos 2,8 milhões de pensionistas que deverão descrescer nos próximos anos e décadas, mesmo vivendo mais. Quanto maior for o volume dos idosos maior será a mortalidade, já que a mortalidade infantil ronda os 3 por mil e durante a maior parte da vida morre-se por acidente e, mesmo assim, já morreram 2.500 pessoas por ano na estrada e agora andam perto das 500. O INEM, os helicópteros de salvamento no mar e transporte de acidentados e doentes, os bombeiros e hospitais salvam muitas vidas por ano.

Para aumentar a natalidade é fundamental isentar das fórmulas que acomodam a sustentabilidade das pensões para baixo a todos os casais que tenham dois ou mais filhos. Com os filhos já estão a garantir a sustentabilidade futura da segurança social.

Por outro lado, as empresas e o Estado devem ser mais amigos das crianças a nascer e proporcionar alguns meios e horários para que os trabalhadores possam cuidar da sua prole.

Se os multimilionários dos gigantes empresariais tipo Pinto Doce, Continente e outros não fazem nada, um dia não terão clientes.

Portugal já só tem uns 10,3 milhões de habitantes e reparem os milionários exploradores que os idosos tendem a gastar muito pouco, excepto medicamentos e cuidados de saúde.

Não será, pois, pela descida das pensões de reforma, como querem os representantes PPD/PP dos milionários, que se encontra a sustentabilidade da segurança social. Ela assegura-se por si, mas à custa do número de habitantes.

O Diabo responde

por José Gabriel

"O PSD deve vender a alma ao diabo para pôr a esquerda na rua" (Manuela Ferreira Leite).
Tendo diligenciado contactos com fontes ligadas ao Diabo, venho esclarecer que o dito não está interessado na compra da alma do PSD. Mais informam esses mediadores que o Mafarrico conta obter de borla esse insignificante bem - tão insignificante que bem difícil é de encontrar.
Finalmente, pede que não o macem mais com tolices, pensando ter deixado bem claro o seu desinteresse por tráficos com tal gente ao ter faltado às repetidas evocações feitas pelo anterior líder laranja.