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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

“Sabemos que Lisboa e o sul vão ser afetados por grandes sismos no futuro, não podemos dizer é quando”

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Expresso
Marta Gonçalves, há 6 dias




Um sismo de 4.9 foi sentido esta segunda-feira em diversas zonas do país - é dos maiores com epicentro em terra nos últimos anos. Após o abalo, surgiram de imediato diversas questões: haverá mais sismos em Portugal no curto prazo, mais fortes? Há razões de alerta? Fernando Carrilho, chefe de divisão da sismologia geofísica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), explica o que é possível ou não prever
Qual é a explicação para o sismo desta segunda-feira? O que aconteceu?
Houve um movimento súbito de uma falha geológica a alguma profundidade, uma falha pré-existente na zona de Arraiolos com uma orientação aproximada oeste-este. Com o passar do tempo, acumulou tensão e naquele momento deixou de ser possível acumular mais e libertou-se. Houve um movimento súbito entre os blocos que constituem a falha e produziu-se o sismo.
Este acumular de tensão já se libertou completamente ou há razões para as pessoas ainda estarem alerta?
Não podemos antecipar as coisas dessa forma. É certo que libertou alguma energia e deu origem ao sismo, mas não sabemos se libertou toda a que estava acumulada. Isso não conseguimos dizer.
Em Portugal, quais são as áreas mais propícias à ocorrência de sismos?
No território de Portugal continental, as zonas mais perigosas são Lisboa e Vale do Tejo e o Algarve. Têm uma perigosidade sísmica praticamente idêntica. No resto do território, esse nível de perigo é mais baixo. Entende-se por perigosidade a probabilidade de ocorrência do movimento sísmico.
É possível prever um sismo?
A previsão sísmica é algo que não é possível fazer, não existe. Nem é aceite cientificamente a possibilidade de se prever sismos. Quando digo prever, refiro-me ao ponto de vista de proteção civil: não podemos dizer que neste dia, a esta hora, haverá um sismo. Sabemos os sítios, sabemos que no futuro Lisboa e o sul de Portugal vão ser afetados por grandes sismos, não podemos dizer é quando. Falta esse elemento, pode ser daqui a cinco, 15 ou 1000 anos. As condições geológicas são as mesmas que havia há milhares de anos e que geraram vários episódios e vão, certamente, gerar mais. Os períodos de cadência é que são muito longos e não é possível fazer aquilo que as pessoas entendem como previsão.
“Sabemos que Lisboa e o sul vão ser afetados por grandes sismos no futuro, não podemos dizer é quando”© América Simas “Sabemos que Lisboa e o sul vão ser afetados por grandes sismos no futuro, não podemos dizer é quando”
Olhando para a história recente do país, o sismo desta segunda-feira foi dos mais abrangentes a nível territorial?
Foi dos mais sentidos, sim. Nos últimos anos, os sismos em terra não têm tido magnitude tão elevadas como este, não que este seja excecional, mas estatisticamente em comparação com os outros é de facto um dos maiores registados nos últimos anos com epicentro em terra. Recebemos relatos de praticamente todo o país, à exceção de Trás-os-Montes. Ninguém relatou danos, embora seja expectável que na zona de Arraiolos tenha existido algum tipo de danos, ainda que ligeiro. Do ponto de vista formal, não nos chegou essa informação ainda. Temos uma equipa no terreno a trabalhar na zona afetada. As pessoas sentiram e aquilo que nos reportam é a maneira como sentiram o sismo. Felizmente foi um susto apenas.
Apesar de tudo, 4.9 é considerado um sismo ligeiro…
Já é moderado. Teve uma magnitude de 4.9 e uma intensidade máxima registada de 5.
E podemos dizer que foi um dos maiores sismos a nível de intensidade?
Neste momento, temos registado uma intensidade máxima de 5. É dos maiores com epicentro em terra nos últimos anos. Penso que nos anos 80 tivemos intensidade 6 na zona centro do país e já tivemos outros de intensidade 5 também. É, de facto, dos maiores. Não sendo um sismo excecional, importa sublinhar. Num raio de 30 quilómetros de Arraiolos, foi o maior sismo dos últimos 20 anos.
Sabe qual foi o maior no território continental nos últimos anos?
Há que considerar o efeito mar, normalmente os maiores sismos são aqueles a sul e sudoeste de Portugal continental, que depois têm repercussão interna e, nesse caso, tivemos sismos maiores de magnitude 6. Nesse nível, o último mais significativo foi em 2009, com magnitude 6 e intensidade máxima de 5.

Será que a Mariana Mortágua levou a mota?

por helenafmatos

Na passada semana tivemos a habitual performance bloquista com as demolições no Bairro 6 de Maio: Amadora. Demolições voltam ao bairro 6 de Maio. A Polícia Municipal da Amadora tentou hoje demolir uma casa onde viviam cinco pessoas. Grupo de ativistas impediu a demolição; O agente municipal responsável pela demolição avisou os ativistas para não passarem a linha de segurança definida, mas entre as trocas de palavras mais serenas, seguidas de resistência às ordens, os ativistas conseguiram obrigar as autoridades a recuarem e a terem de voltar noutro dia. Sentaram-se no chão e os trabalhos pararam. "Vamos embora. Por hoje", disse ao i um polícia municipal.

Entre os activistas que activavam nas declarções aos jornalistas contava-se a deputada Mariana Mortágua. Desconheço o meio de transporte usado pela senhora deputada para ir até ao Bairro 6 de Maio. Espero que tenha levado uma daquelas motas (certamente produzida num pais não capitalista) com que se faz fotografar. Sugiro aliás que a  senhora deputada que  declara viver em casa de amigos em Lisboa a comprar ou alugar um daqueles andarzinhos ou vivendas  em frente ao Bairro 6 de maio e que estão há anos à venda e não se vendem apesar de baratíssimos.Como ninguém vive no 6 de Maio ficava com aquele terrenozinho todo para arrumar os motociclos.

Ps. Como vou passar pelo 6 de Maio daqui aceito apostas sobre o número de moradores.

Entre as brumas da memória


Catalunha – E viva a democracia europeia!

Posted: 21 Jan 2018 12:21 PM PST

La Fiscalía pedirá la detención de Puigdemont en Dinamarca.

«El Ministerio Público sostiene que si las autoridades policiales confirman ese viaje solicitará al magistrado que active la euroorden. »

Enquanto não conseguem prendê-lo em Espanha, «prendem-no» na Bélgica?

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Dica (700)

Posted: 21 Jan 2018 09:06 AM PST

The Guardian view on a caring capitalism: healing an unhappy society (Editorial)

«It is time to base the economy on a more rounded view of human nature than that one that just considers individuals as selfish calculators of utility.»

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Proibicionismos

Posted: 21 Jan 2018 07:01 AM PST

A tendência proibicionista soma e segue. Aparentemente, há muito quem goste e é isso que me assusta.

«Limitar a 30 km/hora a circulação dentro das localidades é um acto facilitista que pouco resolve. Como bem diz o presidente da Prevenção Rodoviária, generalizar uma imposição é a melhor maneira de garantir que esta não se cumpra.»

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A noite americana (e outros contos)

Posted: 21 Jan 2018 03:15 AM PST

Quando tanto se fala dos primeiros cem dias do «reinado» de Trump, lembrei-me deste texto de Nuno Brederode Santos, escrito depois da noite em que Obama foi eleito.

«Como tanta gente, vivi entre amigos a noite americana. Uma poltrona, um copo à mão e um cinzeiro que começa imaculado, mas sobre o qual chovem beatas ao ritmo do apuramento dos votos. Em volta, vozes familiares, risos conhecidos, exaltações antigas - ou seja, idiossincrasias da minha colecção pessoal. Não quero chocar ninguém, mas nem James Bond, nem Indiana Jones, nem Rambo: as grandes emoções são sedentárias.

Vivida a festa, porém, logo na manhã seguinte vemos alguns, dos que era lícito pensar que a celebravam, falando agoiros em nome da prudência, com caras soturnas e olhar sombrio. É deprimente a militância no cinzento. É a recusa do encanto em nome de qualquer desencanto que aí venha. É a recusa dos afectos porque amanhã estaremos todos mortos. Nós sabemos que os valores iluminam o sentido da História e os interesses fazem a gestão do cruzeiro da vida. Mas os valores libertam muitos condenados e assustam muitos carcereiros. Devemos-lhes a literatura, a música, a pintura. Já os interesses, esses, são contas em papel pardo, sem as quais o merceeiro não nos fia. Depende deles o nosso dia. Nós sabemos. E creio que Obama, o "menino magricela com um nome esquisito", saberá que quase sempre os valores desaguam nos interesses e dissolvem-se neles. Mas, que raio!, isto avança por marés. Sigamos esta por agora. Se e quando esmorecer e sobrevier o desencanto, pois também esse é finito e precário - como nós e como o encanto que ele matou. Mas então sobrevirá outra maré alta de valores, trazida por outro alguém que ousou e que subirá um pouco mais no areal dos interesses. Talvez relembrar os interesses seja pôr um frio juízo nos calores da noite americana (ou nesse novo imaginário que mobilizou, de mãos dadas, a maioria de tantas velhas minorias). Mas a ilusão que galvanizou essa noite, por muito que desfaleça, terá deixado na praia alguma verdade irreversível. E a verdade, como as baleias, não tem guelras: mais tarde ou mais cedo, tem de vir à superfície respirar. Depois de Martin Luther King, poucos acreditavam na viabilidade de um caminho entre o Pai Tomás e Malcolm X. Afinal havia um e Obama fez dele uma alameda: subentender as raças, em vez de falar delas. Pressupô-las como experiência e memória, para logo as superar na proposta de uma acção conjunta. Ele sabe e nós sabemos que não há mandato que chegue para endireitar os dois de Bush. E que, mesmo sem Bush, já havia na América muito para endireitar. Mas a aventura ainda mal começou. Deixem tentá-la, porque algo, senão de bom, pelo menos de melhor, irá ficar.

Um ambiente de rixa de taberna em fim de noite, em tempo de salários em atraso. Um chefe de Governo (e chefe de tudo o mais, de resto), sentado entre a potestade e o escárnio, brada "fascistas!", por cinco ou seis vezes, dirigindo-se aos adversários políticos. Acácios em pose de Estado embrulham, com pompa e latim, inconstitucionalidades, ilegalidades e agressões várias às regras mais rudimentares da coexistência democrática. Há deputados façanhudos que pensam o impensável e dizem o indizível. Uma maioria prepotente que impede o exercício de um mandato popular e que aproveita pretextos para suspender o funcionamento da própria assembleia em que impera. Tudo isto para calar um deputado que à falta de senso comum acrescenta a arreigada convicção de que a política se faz para os media, pelo que nada melhor do que jogar com o circense e o bizarro (e ao qual acabaram por proporcionar um dia fasto). E tudo isto é assegurado por seguranças privados, pelo receio de tais mandantes de que a PSP obedeça à normal cadeia de comando que culmina no "colonizador". Grandes momentos de televisão. Grandes momentos de democracia. Durante tudo isto - e até ao recuo em toda a linha do PSD/M - o PSD nacional não tugiu. Escondeu-se no silêncio e no embaraço. Não sei como vai ser: Jardim não consegue impor-se no continente, mas ninguém, no PSD nacional, consegue refrear os seus abusos na Madeira.

No passado domingo, escrevi aqui "O parlamento no seu labirinto", brincando com o título de Gabriel Garcia Márquez. Já de madrugada e correndo a blogosfera, encontrei, no "Bicho Carpinteiro", uma prosa de José Medeiros Ferreira sobre o mesmo tema e sob o título "Cavaco Silva no seu labirinto". Logo calculei que haveria quem visse no meu texto a réplica ou a indirecta que ele não era (o que, de facto, viria a suceder). Por isso, logo no domingo, entendi dever explicar-me a JMF, que recebeu o caso com a bonomia que as velhas amizades consentem. Faço aqui este registo, para esclarecimento de todos os que hajam lido ambos os textos.»

Diário de Notícias, 09.11.2008

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Equívocos

Posted: 20 Jan 2018 02:17 PM PST

domingo, 21 de janeiro de 2018

JÁ TINHA OUVIDO FALAR NOS VAN DUNEN, SÓ QUE NÃO ESTAVA A RELACIONAR.

Antonio Dias Filomena partilhou a publicação de Sérgio Duarte Silva.

2 h

Foto de Sérgio Duarte Silva.

Sérgio Duarte Silva

19/1 às 20:02

TRANSCREVO:

"Boas , ora vamos lá clarificar as coisas :

Porque é Francisca Van Dunen Ministra da Justiça ?
E já agora quem é Francisca Van Dunen ?

Francisca Van Dunen foi premiada com um tacho de Ministra pela acção, enquanto diretora do DIAP de Lisboa, no processo Casa Pia, protegendo o Partido Socialista, o número dois do PS, Paulo Pedroso, o atual presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, bem como o seu antecessor Jaime Gama. O trabalho desta Angolana é muito, pois agora pretende afastar a Procuradora Joana Marques Vidal, para proteger os interesses do MPLA e aliviar a tentação socialista evitando a prisão de Armando Vara, José Socrates e outros corruptos a contas com a justiça.

O presidente José Eduardo dos Santos pertence ao clã van Dunen, em cuja família foi criado, a familia da Ministra esteve em 1977 no movimento pelo avanço do marxismo-leninismo e pela negritude contra os brancos e mulatos, no qual pontificava José van Dunen, irmão de Francisca, que tinha o apoio de Moscovo e de Havana, nessa chacina foram mortos 30 mil pessoas, além dos que foram presos e torturados pela DISA na purga subsequente, sempre sob a batuta de Fernando José de França Dias van Dunen (ex-primeiro-ministro), o falecido Pedro de Castro van Dunen «Loy» (ministro de várias pastas), José Vieira Dias van Dunen, ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Cândido van Dunen, Luzia Inglês van Dunen «Inga», líder da OMA (seção feminina do MPLA).

Ric.

PROVAS NULAS

por estatuadesal

(Virgínia da Silva Veiga, in Facebook, 21/01/2018)

vidal_joana

Não ignoro, embora não tenha lido nem ouvido em pormenor, que gravações utilizadas como meio de prova no caso Operação Marquês estão infectadas por vírus (Ver notícia aqui). Desconheço tratar-se das escutas telefónicas, feitas ao longo dos tempos, das gravações em interrogatório ou de ambas.

Em qualquer circunstância, há um aspecto que resulta óbvio mesmo a quem não percebe quase nada de informática: como parte considerável desses registos chegou às mãos de terceiros, desconhecendo-se como e em que circunstâncias, nada já demonstrava ao MP não estar o respectivo conteúdo truncado. Ainda há dias um canal televisivo mostrava como é possível alterar por completo uma gravação e usavam para exemplo, nada mais, nada menos, que um discurso de Obama, não apenas gravado em áudio como em vídeo o que é, evidentemente, mais difícil de adulterar.

Ao vir reconhecer terem os ficheiros vírus desde a origem, vírus desconhecidos, a Procuradoria atestou a dúvida sobre a fiabilidade do conteúdo. Mais grave e apreciável, em meio de prova, é nunca a PGR ter descoberto quem e que tipo de acessos os respectivos serviços autorizaram a terceiros, de que a face mais visível veio a lume através da revista Sábado e dos jornais Correio da Manhã e Sol, introduzindo séria dúvida sobre os mesmos corresponderem à realidade ou terem sido alvo de truncagem.

Querem um exemplo interessante só para ilustrar? Aquando da gravação do meu programa de rádio, a dada altura apercebi-me de um erro numa frase. Um engenheiro, neste acaso a meu pedido, comigo à distância de largos quilómetros, foi a três das anteriores gravações, igualmente com a minha voz, tirou uma palavra daqui, outra dali, e no fim o que todos puderam ouvir foram frases que eu nunca disse na vida embora, claro está, neste caso, fossem as que eu quis ter dito.

Não estou por dentro do assunto, mas sei que as gravações – escutas ou interrogatórios da Operação Marquês – deixaram de ter qualquer validade para efeito de prova. Instalar a dúvida sobre a fiabilidade, agora atestada pela PGR como vindo já de origem, foi o remate: escutas e interrogatórios não valem nada para a formação de qualquer convicção ou meio de prova. Zero.

A quem interessa isto? Não, certamente, aos arguidos, cujos, como se sabe, estiveram sem acesso a esses meios e, portanto, sem saber se lhes seriam benéficos ou prejudiciais.
Aí têm também uma das razões pelas quais, como jurista, sempre disse a competência de um(a) Procurador(a) Geral não se aferir pelo estatuto social dos arguidos mas pelos resultados da respectiva actividade onde claramente se incluiu o mais basilar: a capacidade para preservar meios de prova.


PROVAS NULAS II

Ocorreu-me agora:

- Se Joana Marques Vidal, Rosário Teixeira e Carlos Alexandre negam ter sido dos respectivos serviços que saiu qualquer informação para a comunicação social nos casos Operação Marquês e Vistos Gold;
- Se Paulo Silva - o tal Inspector da Autoridade Tributária a quem se deve o caso Operação Marquês, cujo impulso inicial, recordo, não se deve à actual PGR mas a ele -, se este, dizia, terá mantido sigilo enquanto o processo esteve no seu domínio, nada tendo transparecido, vindo a pedir para sair do caso Operação Marquês, e garantindo que as fugas só poderiam ser da Procuradoria ou do Juiz de Instrução;
- Se as fugas existiram;
- Se todos negam ter fornecido os dados;
- Se, por teimosia, os advogados dos arguidos não tiveram a elas acesso senão muito recentemente, não podendo ter sido nenhum deles a revelá-las.

As interrogação são óbvias:
1 - quem e como penetrou nos computadores e registos informáticos da PGR? Quem tem um tal poder e uma tal sabedoria?
2 - quem garante que quem o fez não alterou os registos?

Até aqui desconfiava-se de serviços, funcionários, havia quem dissesse haver promiscuidade entre os gabinetes acusatórios e de instrução com a comunicação social.
Toda a opinião pública estava convencida disso.
Houve queixas. Foram feitas investigações, revelou a PGR. Nada.
Não foi ninguém.
Acreditemos então não ter sido de dentro e o caso - foi o que agora me ocorreu - é bem mais grave ainda: alguém de fora do sistema penetrou nele.

Tais provas, não apenas pela razão de estarem infestadas de vírus, sobretudo por estas questões, são de molde a duvidar seriamente da respectiva autenticidade e, logo, podem vir a ser usadas nos processos como fundamentação a menos que os visados directos, ouvindo-as as corroborem como verdadeiras.
Ao que parece, nem as conseguem ouvir decentemente. Vão subscrevê-las?

É assunto para os próprios e os meus colegas que os representam.