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sábado, 19 de maio de 2018

Para onde vai a Itália?

por estatuadesal

(Dieter Dellinger, 18/05/2018)

italia

As eleições na Itália decorreram a 4 de Março e até hoje os partidos ainda não conseguiram formar governo. O sistema de voto proporcional e uninominal não funcionou na Itália. Muitos socialistas devem estudá-lo para verificar se pode alguma vez ser melhor que o português.

Itália entrou numa longa crise de ingovernabilidade. Na Câmara dos Deputados, venceu a coligação de “Legga, Força Itália, etc., de Pier Luigi Bersani e Berlusconi com uma diferença muito pequena: 29,5% dos votos e 29,1% para o partido de Beppe Grilo "Movimento Cinco Estrelas".
No Senado, a situação é dramática: a coligação de Legga, FI obteve 31,6% dos votos. O "M5S" 30,7%. Sem maioria no Senado, é impossível governar.

A coligação de esquerda que governava a Itália com Mateo Renzi teve um resultado péssimo por causa das exigências europeias e do tremendo afluxo de refugiados africanos e sírios que a Europa não quer receber, mas que chegam diariamente ao Sul da Itália.

A maior novidade destas eleições foi o comediante Beppe Grillo. O seu Movimento 5 Estrelas tornou-se o primeiro partido da Itália, com mais de 25% dos votos, um resultado extraordinário. O comediante usou apenas as praças do país e nenhum canal de TV.

Berlusconi com a sua “Força Itália” mais vários pequenos partidos permitiu depois de muitas hesitações as negociações entre a Liga e o M5E, que ainda se devem entender sobre quem vai chefiar o governo, bem como sobre o programa deste, mas o afastamento do político multimilionário Sílvio Berlusconi, que dirigiu a direita italiana durante 25 anos, fez desaparecer o principal obstáculo.

Os eleitos do partido Forza Italia (FI) não darão a confiança ao M5E do ex-palhaço Bebe Grillo, que “não tem maturidade política para assumir esta responsabilidade”, mas um acordo entre a Liga e o M5E “não marcará o fim da aliança entre a FI e a Liga, em particular nas regiões que dirigem em conjunto”, garantiu.

Ao fim de mais de dois meses de discussões infrutíferas entre as diversas forças políticas, a situação parece tender a desbloquear-se entre a coligação de direita, que tem 37% dos votos, com a Liga à cabeça, e o M5S, que é o partido mais votado, com mais de 32%, e o Partido Democrata, que caiu para os 19%.

Luigi Di Maio, líder do M5S, e Matteo Salvini, dirigente da Liga, declararam-se prontos a governar em conjunto, mas as discussões bloquearam quando se tratou de discutir o lugar de Berlusconi, símbolo de todos os males da Itália, aos olhos de Di Maio, mas um precioso aliado para Salvini.

Todos são mais ou menos antieuropeístas, mas no programa de governo parece que o referendo sobre a permanência da Itália na União Europeia fica, para já, congelado.

O que não fica é o desconto exigido pela Itália ao BCE de 250 mil milhões de euros para evitar a saída da Itália do Euro, o que tornaria a gigantesca dívida italiana mais acessível a uma regularização dos seus défices e contas públicas em geral.

Os italianos não se entendem desde que os magistrados destruíram os partidos tradicionais, nomeadamente o líder Andreotti da democracia-cristã que fez vários governos de coligação com os comunistas que passaram depois a serem sociais-democratas.

Andreotti foi acusado de ser financiado pela Máfia que na Itália é apenas sinónimo de muitas organizações de crime organizado de extorsão e outras coisas mais, tendo existido mais no sul e na Calábria que no norte. O líder Andreotti foi condenado, absolvido e novamente condenado por reabertura quase ilegal do processo e perto do fim da sua vida absolvido.

Os juízes politiqueiros com os longos anos que levaram a tentar matar politicamente a democracia-cristã e o partido socialista acabaram por dar origem ao ridículo de um partido fundado por um palhaço ser o mais votado na Itália. A Itália tornou-se uma palhaçada e já tinha sido com Berlusconi. Tudo o que veio depois foi pior e as máfias chegaram ao norte ao mesmo tempo que a “Legga Norte” muda para “Legga”, abandonando a ideia de separar o Norte da Itália do Sul, passando a partido nacional de centro quase esquerda.

Hoje, organizam-se já diversas máfias no norte da Itália, podendo citar-se como um exemplo curioso a vila de Brescello de 5.600 habitantes, que não tem Presidente da Câmara há dois anos, porque a máfia local não deixa e prefere ou não pode impedir que a autarquia esteja sob o controle do Ministério do Interior. Também quase não tem votantes, pois quase todos os habitantes são estrangeiros. Os chineses nas lojas e restaurantes, os do Bangla-Desh e da África nos campos de arroz e no cultivo de pastagens e criação de gado. Sem os estrangeiros não haveria mais o queijo de Parma, cidade para a qual uma parte da população emigrou para serem professores, médicos, funcionários públicos e gerentes de empresas. Na Itália, onde imperam as Máfias, que os juízes nunca foram capazes de combater eficazmente, a população educada foge para as grandes cidades e vêm os africanos. Os partidos esperam unirem-se todos e fazer eleger uma candidata à presidência da autarquia.

Brescello situa-se nas margens pantanosas do rio Pó e para as pessoas com uma certa idade tem um significado especial. A vila com um presidente comunista e um pároco cristão-democrata inspirou a obra do escritor Giovanni Guareschi e alguns filmes feitos há, talvez, uns 60 anos atrás. Foram os célebres “Don Camillo e Peppone”. Também aí perto foi rodado em 1949 o célebre filme “Arroz Amargo” de Guiseppe de Santis com a célebre Silvana Mangano.

Isto nos bons tempos da cinematografia realista italiana que tanto gostei até ser destruída pelas fantasias de Fellini que deram cabo do cinema italiano em conjunto com a conquista monopolista em toda a Europa da distribuição dos filmes americanos que hoje já ninguém quer ver. Capitalismo sem concorrência é suicídio dos próprios.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Entre as brumas da memória


Movimento Pelo Interior

Posted: 18 May 2018 12:32 PM PDT

10homens10 + 0Mulheres0 produziram um Relatório, hoje apresentado, que pode ser lido AQUI.

«Se o Governo aceitar as propostas “radicais” que o Movimento pelo Interior apresenta esta sexta-feira, em Lisboa, dentro de dois anos pelo menos 25 serviços públicos com mais de 100 funcionários instalados na capital vão começar a mudar de sede e de endereço. Se o programa for aceite e cumprido pelo Governo, em 2032 pelo menos 2500 quadros do Estado abandonarão as suas rotinas quotidianas e estarão a trabalhar na Guarda, em Castelo Branco ou em Beja.» (Público de hoje)

Seguir-se-ão longas discussões ou… 3x9=27…

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Alexandre O’Neill e futebol

Posted: 18 May 2018 08:43 AM PDT

«O que perde o futebol não é o jogo propriamente dito, mas todo o barulho que se faz à volta dele. É impossível a gente alhear-se do futebol, falado, comentado, transmitido, relatado, visto, ouvido, apostado, gritado, uivado, ladrado, festejado, bebido. O futebol passa deste modo a ser uma chateação permanente. É que não há tasca, pastelaria, salão de jogos, barbearia, recanto de jardim público, quiosque, bomba de gasolina, restaurante, Assembleia da República, supermercado, hipermercado, livraria, loja, montra, escritório, colégio, oficina, fábrica, habitação, diria até, onde, de algum modo, não se ouça falar do jogo que decorre, decorreu ou decorrerá. Quando há transmissão via TV ou Rádio, então a infernização é total. (...) Enfim, o País fica futebol.

É grave? Não é grave? Sei lá. Verifico, apenas, que é assim por toda a parte. E isso massacra, desgosta, faz perder a razoabilidade, a isenção, o bom senso, a simples tineta.»

Alexandre O’Neill, Já cá não está quem falou, 2008.
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Sporting: mais vale rir um pouco

Posted: 18 May 2018 05:49 AM PDT

«Entre a luta que o Bruno de Carvalho vai dar e a época de incêndios, arriscamo-nos a ter de aturar o Marta Soares todas as noites até Outubro.»


O prémio desta melhor piada vai para o Rui Rocha no Facebook.

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O desporto sem rei nem roque

Posted: 18 May 2018 02:47 AM PDT

«Depois de um adepto assassinado junto ao Estádio da Luz, estádios com bancadas que ameaçam cair e afinal são sólidas, cânticos de alegria sobre mortos por "very-lights" e aviões com equipas que deviam ter caído, invasões de campo e agressão a jogadores, visitas da PJ a vários estádios, programas de TV com ameaças físicas, claques ilegais, e de um grupo de trinta adeptos encapuzados, em Janeiro, ter invadido o treino do Vitória de Guimarães e agredido vários profissionais do clube, finalmente, após o nojento ataque a Alcochete e aos jogadores do SCP, praticado por 50 bisontes ligados à Juve Leo, o Governo acordou para o estado do futebol português. Temos uma espécie de repetição do momento "afinal, Sócrates era um patife", mas desta vez com o desporto-rei. Provavelmente, a seguir, vamos ver a ex-mulher de Bruno de Carvalho vir dizer que ele enganou toda a gente.

Em pouco tempo, falaram Marcelo, Costa e Ferro Rodrigues. Só faltou falar o Salvador Sobral e teríamos as mais altas figuras do país a comentar o caso.

O presidente da AR, Ferro Rodrigues, disse que não ficaria surpreendido se a final da Taça de Portugal se realizasse à porta fechada ou em Vila de Aves e responsabilizou Bruno de Carvalho pelos incidentes: "Põe em causa o país." Que pena não ter sido tão rápido a julgar Sócrates. Imagino que se Bruno de Carvalho fosse deputado e tivesse dado a morada de Alcochete para receber subsídios de deslocação, Ferro Rodrigues diria "nunca alinhei, não alinho e não vou alinhar em dinâmicas que apenas visam diminuir a representação democrática com julgamentos éticos descabidos e apressados".

Já o PM, António Costa, admitiu criar uma autoridade nacional para a violência no desporto. Esperemos que corra melhor do que com os incêndios. Uma coisa é certa, sabemos há uns tempos que António Costa anda a pensar nisto da segurança no desporto. Talvez por isso tenha pedido bilhetes para ficar na tribuna de honra no Benfica-Porto (ao lado do maior devedor do Novo Banco que tinha sido vendido no dia anterior, por tuta-e-meia devido às imparidades) - porque é o local mais seguro do estádio.

Também o Presidente da República veio falar do caso, mostrando-se chocado e exigindo que os suspeitos do ataque sejam rapidamente levados à justiça, até porque neste caso podemos estar à vontade dado que, segundo se sabe, não há nenhum cidadão angolano envolvido na invasão que possa atrapalhar as nossas relações com Angola.

O Presidente também acrescentou que ainda não sabe se vai assistir ao jogo da final da Taça. Marcelo, segundo as notícias, está incomodado com a possibilidade de se sentar ao lado de Bruno de Carvalho. Se calhar, o melhor é o nosso PR convidar o Salgado para o jogo no Jamor e sentar-se ao lado dele, como fazia no Estoril Open. Assim, já não sente incómodo.

Imagino que, de agora em diante, depois do ataque a Alcochete e com o futebol tão mal visto, os políticos vão deixar de pedir bilhetes para a bola e começar a meter cunhas a pedir camarotes para a ópera ou o teatro. É um final feliz.»

João Quadros

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Não há festa nem dança...

Posted: 17 May 2018 02:34 PM PDT

O desporto sem rei nem roque

por estatuadesal

(João Quadros, in Jornal de Negócios, 18/05/2018)

quadros

João Quadros

Temos uma espécie de repetição do momento "afinal, Sócrates era um patife", mas desta vez com o desporto-rei. Provavelmente, a seguir, vamos ver a ex-mulher de Bruno de Carvalho vir dizer que ele enganou toda a gente.

Depois de um adepto assassinado junto ao Estádio da Luz, estádios com bancadas que ameaçam cair e afinal são sólidas, cânticos de alegria sobre mortos por "very-lights" e aviões com equipas que deviam ter caído, invasões de campo e agressão a jogadores, visitas da PJ a vários estádios, programas de TV com ameaças físicas, claques ilegais, e de um grupo de trinta adeptos encapuzados, em Janeiro, ter invadido o treino do Vitória de Guimarães e agredido vários profissionais do clube, finalmente, após o nojento ataque a Alcochete e aos jogadores do SCP, praticado por 50 bisontes ligados à Juve Leo, o Governo acordou para o estado do futebol português. Temos uma espécie de repetição do momento "afinal, Sócrates era um patife", mas desta vez com o desporto-rei. Provavelmente, a seguir, vamos ver a ex-mulher de Bruno de Carvalho vir dizer que ele enganou toda a gente.

Em pouco tempo, falaram Marcelo, Costa e Ferro Rodrigues. Só faltou falar o Salvador Sobral e teríamos as mais altas figuras do país a comentar o caso.

O presidente da AR, Ferro Rodrigues, disse que não ficaria surpreendido se a final da Taça de Portugal se realizasse à porta fechada ou em Vila de Aves e responsabilizou Bruno de Carvalho pelos incidentes: "Põe em causa o país." Que pena não ter sido tão rápido a julgar Sócrates. Imagino que se Bruno de Carvalho fosse deputado e tivesse dado a morada de Alcochete para receber subsídios de deslocação, Ferro Rodrigues diria "nunca alinhei, não alinho e não vou alinhar em dinâmicas que apenas visam diminuir a representação democrática com julgamentos éticos descabidos e apressados".

Já o PM, António Costa, admitiu criar uma autoridade nacional para a violência no desporto. Esperemos que corra melhor do que com os incêndios. Uma coisa é certa, sabemos há uns tempos que António Costa anda a pensar nisto da segurança no desporto. Talvez por isso tenha pedido bilhetes para ficar na tribuna de honra no Benfica-Porto (ao lado do maior devedor do Novo Banco que tinha sido vendido no dia anterior, por tuta-e-meia devido às imparidades) - porque é o local mais seguro do estádio.

Também o Presidente da República veio falar do caso, mostrando-se chocado e exigindo que os suspeitos do ataque sejam rapidamente levados à justiça, até porque neste caso podemos estar à vontade dado que, segundo se sabe, não há nenhum cidadão angolano envolvido na invasão que possa atrapalhar as nossas relações com Angola.

O Presidente também acrescentou que ainda não sabe se vai assistir ao jogo da final da Taça. Marcelo, segundo as notícias, está incomodado com a possibilidade de se sentar ao lado de Bruno de Carvalho. Se calhar, o melhor é o nosso PR convidar o Salgado para o jogo no Jamor e sentar-se ao lado dele, como fazia no Estoril Open. Assim, já não sente incómodo.

Imagino que, de agora em diante, depois do ataque a Alcochete e com o futebol tão mal visto, os políticos vão deixar de pedir bilhetes para a bola e começar a meter cunhas a pedir camarotes para a ópera ou o teatro. É um final feliz.


TOP-5

Assalto à Academia

1. NOS negou estudo de "eventual rescisão" do contrato com o Sporting CP - Não fazia sentido, até porque sabemos a chatice que é rescindir um contrato como este tipo de empresas. São horas só para nos atenderem o telefone.

2. Senado norte-americano conclui que Putin quis mesmo ajudar Trump a vencer as eleições - E que, afinal, a terra não é plana.

3. Cardeal-Patriarca de Lisboa, Manuel Clemente: "União de várias religiões contra a eutanásia deve dar que pensar aos legisladores" - Deve dar que pensar: o que é que as religiões têm que ver com isto?!

4. EUA inauguram Embaixada em Jerusalém - Esta inauguração da Embaixada dos EUA em Jerusalém tem dividido os mais ferrenhos apoiantes de Trump, que não sabem se devem festejar como habitualmente com bandeiras nazis.

5. Dispositivo policial na final da Taça de Portugal será aumentado - Vão recorrer às claques.

Lembram-se, leitores?

por estatuadesal

(Carlos Esperança, 18/05/2018)

assis

Lembram-se de quando António Costa foi eleito secretário-geral do PS e de quando formou Governo?

Lembram-se da revolta da Mealhada onde Francisco Assis, a espumar de raiva contra o PS, apoiado na AR pelo BE, PCP e PEV, quis criar uma vaga de fundo e conseguiu uma vaga de fumo de um restaurante, vindo da cozinha para meia dúzia de apaniguados, que se substituíram às centenas de militantes esperados?

Lembram-se de Cavaco a ameaçar os portugueses e a denunciar, com os seus grunhidos, aos parceiros europeus de Portugal, o rumo inaceitável de um governo que o salazarista não suportava? Recordam-se do ora Doutor Passos Coelho a implorar a vinda do Diabo e da D. Maria Luís, a fingir de especialista de Finanças, a negociar as informações com um fundo abutre inglês, enquanto o Dr. Portas embarcava no submarino dos interesses?

Que tempos! As televisões prescindiram dos avençados do PSD para ouvirem Francisco Assis, trocaram António Barreto por Assis, José Manuel Fernandes por Assis, Henrique Monteiro por Assis, Luís Monterroso por Assis, Camilo Mendonça por Assis, Ricardo Costa por Assis, Nuno Melo por Assis. Trocaram todos os avençados por um ressentido. Assis era o Marta Soares dos incêndios, a Zita Seabra da fé, o enviado da Providência a salvar Portugal. Nenhum trânsfuga cujo trespasse da consciência tivesse sido comprado pela direita gozou então de tão larga audiência.

Sendo Francisco Assis do PS, o PS passou a ser o partido com mais tempo de antena na TV e na Rádio, nos jornais e nos e-pasquins. Se Francisco Assis fosse social-democrata, a esquerda passaria a ter mais tempo de antena do que a direita. Parecia um comentador de futebol, um presidente de um clube, um Marcelo, uma máquina-falante que a usura desgastou.

Hoje, a direita, para preencher a quota mínima para fingir pluralismo informativo, vê-se na necessidade de convidar um ou outro militante de esquerda.

Apostila – A análise realizada encontrou 27 espaços de comentário «fixo» de militantes partidários. O PSD tem 11 espaços de comentários fixos, o PS tem 7, o BE tem 4, o CDS-PP tem 3, o PCP e o L/TDA [ Livre/Tempo de Avançar] têm um cada. [European Journalism Observatory, 12 de maio de 2016].

Hoje é pior. A direita não brinca em serviço.

Junta de Freguesia de Válega recebe ex-militares da Companhia de Caçadores 4546

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No passado dia 5 de maio, realizou-se em Válega um encontro de ex-militares da Companhia de Caçadores 4546, que estiveram na Guerra do Ultramar em Moçambique, na qual, esteve incluído o nosso conterrâneo Joaquim Resende. A Junta de Freguesia de Válega esteve presente na receção dos ex-combatentes junto ao edifício-sede e ofertou cerca de 40 galhardete com o brasão da Vila de Válega. Os ex-combatentes visitaram ainda a mini-exposição "Raízes e Rostos: Memórias de Escola" do Museu Escolar Oliveira Lopes (patente na Junta de Freguesia de Válega), o Museu Etnográfico de Válega e a Igreja Matriz.

Válega, 18 de maio de 2018