Posted: 24 Aug 2018 02:25 PM PDT
The end of the middle class: Why prosperity is failing in America (Alissa Quart)
«'Middle class' doesn't mean what it used to. Owning a home, two cars, and having a summer vacation to look forward to is a dream that's no longer possible for a growing percentage of American families. So what's changed? That safe and stable class has become shaky as unions collapsed, the gig economy surged, and wealth concentrated in the hands of the top 1%, the knock-on effects of which include sky-high housing prices, people working second jobs, and a cultural shift marked by 'one-percent' TV shows (and presidents).»
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Entretanto, na Festa do Avante
Posted: 24 Aug 2018 09:13 AM PDT
«Acabo de saber que da lista de livros que selecionámos para estarem na Festa do Avante foi retirado o diário de prisão do Luaty Beirão, com o argumento que incomodaria os camaradas do MPLA que irão á Festa.
É uma tristeza verificar que para o PCP os presos políticos continuam a ter nacionalidade, e que os que interessam são só os nossos, durante o Estado Novo.»
Bárbara Bulhosa no Facebook
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Franco fora do Valle de los Caídos – finalmente!
Posted: 24 Aug 2018 07:24 AM PDT
El Gobierno da 15 días a la familia Franco antes de empezar el proceso para exhumar el cuerpo.
«"Es urgente porque vamos tarde. Un dictador no puede tener una tumba de Estado en una democracia consolidada como la española. Es incompatible". La vicepresidenta, Carmen Calvo, dejó claro que el Gobierno y el PSOE admiten que, después de 40 años de democracia, es evidente que la exhumación de los restos de Francisco Franco del Valle de los Caídos tenía que haberse hecho mucho antes.»
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Posted: 24 Aug 2018 03:03 AM PDT
«Por estes dias o liberalismo voltou a ser a palavra da moda em Portugal. Várias facções discutem quem é mais liberal e emergem possíveis partidos liberais como se fossem cogumelos.
Rapidamente irão, como fez a extrema-esquerda nos seus mais brilhantes momentos de loucura, discutir quem é mais liberal. Santana Lopes surge como "liberal" e diz-se inspirado em Macron mas, no fundo, o que está em causa é uma profunda reorganização do centro-direita e da direita em Portugal. O PSD de Rui Rio é hoje um partido em busca de ideias e de uma estratégia clara (excepto transformar agora jornalistas em "inimigos públicos"). Assunção Cristas, apesar dos esforços, não descola. Há assim um espaço órfão que necessita de cuidados políticos. Resta saber se é com discursos "liberais" ou com populismo. Tudo isto nos lembra a carta que António Alçada Baptista escreveu a Marcelo Caetano em 1970. Dizia ele: "Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas". Pouco mudou. Um dos principais problemas é que muitos dos defensores do "liberalismo" em Portugal só olham, quando lhes convém (e não estão à espera da mão aconchegadora do Estado para os seus negócios), para a parte económica do conceito ideológico. Tudo é reconduzido ao mercado. O resto é varrido para debaixo da mesa.
A esquerda conseguiu (quando não se adaptou a ele, como foi o caso da "Terceira Via") transformar o liberalismo numa caricatura do capitalismo explorador. Só que o verdadeiro liberalismo não defende verdades absolutas. Tem um denominador comum (a ideia de liberdade) e de que esta é o valor supremo e indivisível. Não é apenas liberdade política ou económica, mas também cultural ou social. Como se pode ser liberal quando se dinamita a possibilidade de mobilidade social através de políticas de empobrecimento generalizado e de salários baixos como fonte de "competitividade"?
Como se pode ser liberal quando se apela ao nacionalismo?
Karl Popper dizia que o progresso era deixar para trás a tribo. E a tribo de hoje é o regresso do nacionalismo. Como se pode ser liberal quando se crê, de forma semelhante à marxista-leninista relativamente ao estado, que o mercado resolve todos os problemas? Nem Adam Smith, Popper ou Isaiah Berlin disseram alguma vez isto.
O mercado pode resolver problemas económicos. Mas para o progresso é preciso progresso cultural e social. Ao crer-se que o mercado é uma fórmula mágica, os "liberais" tornam-se eles próprios dogmáticos, o contrário da ideia de liberdade que está na essência do verdadeiro liberalismo. A questão é que para ganhar eleições os verdadeiros liberais têm de criar emoções fortes. E aí estão em desvantagem face aos populistas. É este o dilema das diferentes facções "liberais" que, em Portugal, buscam um lugar ao sol no meio do deserto ideológico mais à direita. Resta saber se descobrem a fórmula do poder.»


