Translate

quinta-feira, 28 de março de 2019

ABELHAS ACABAM DE SER DECLARADAS O SER VIVO MAIS IMPORTANTE DO PLANETA.


fevereiro 03, 2019

O Earth Wathch Institute acaba de declarar as abelhas como as espécies mais valiosas do mundo no último debate da Royal Geographical Society of London.

Os benefícios diretos que os produtos produzidos pelas abelhas representam para a vida e para a saúde humana são secretos para qualquer pessoa.
Mas a realidade é que não devemos parar de pensar nos benefícios que traz à nossa saúde, mas de valorizar sua função mais extensa na cadeia natural que é a polinização, sem a qual a vida no planeta seria definitivamente impossível.
A abelha é o único inseto que fornece alimento para os seres humanos. Abelhas e biodiversidade
A biodiversidade é o processo de interação entre os seres vivos e o planeta, a relação entre eles e, é claro, a resposta biológica do ambiente às espécies.
Nesse processo a abelha tem uma função vital, pois a agricultura mundial depende de 70% desses insetos, mais claramente 70 de cada 100 produtos que usamos para alimentar dependem exclusivamente das abelhas.
O equilíbrio é auto-explicativo: Sem plantas de polinização não poderiam se reproduzir e sem plantas a fauna também desapareceria e consequentemente, os humanos.
Teorias que explicam seu desaparecimento
Uma das hipóteses que explica o desaparecimento maciço das abelhas é a telefonia móvel. Esta conclusão definitiva foi afirmada pelo Instituto Federal de Tecnologia da Suíça após provar que as ondas emitidas durante uma conversa são capazes de desorientá-las até a morte, perdendo seu senso de direção e, assim, sua dinâmica de vida.
Por mais de 83 experiências, o investigador e biólogo Daniel Favre mostraram inequivocamente que a presença de um abelhas de comunicação celular produzir um ruído de dez vezes mais elevados do que o normal e deste comportamento é o utilizado para avisar o grupo incitou a abandonar a colmeia causando o Fenômeno CCD ou "problema colapso das colônias".
O outro, claro, é o uso de pesticidas na pulverização de culturas. Esses produtos contêm substâncias químicas que agem como as neutoxinas e aderem aos insetos, coletando as flores.
Posteriormente transportado colméias onde eles contaminam o resto dos produtos processados ​​em comum como a cera, própolis e vários méis com consequências fatais que afetam outras favo de mel, incluindo colmeia de abelhas rainha sem o qual desaparece infalivelmente.
Além disso, quando essas migrações massivas ocorrem, os jovens ou as larvas são abandonados e, logicamente, eles também desaparecem.
Soluções
É muito difícil para a comunidade científica propor soluções que possam ser executadas. infra-estrutura tecnológica e a mentalidade atual tornaria muito difícil para as pessoas a renunciar a viver sem o uso de telecomunicações ou rádio torres e abandonar o uso de sprays, mesmo internamente, assim que uma reação tardia é temido.
A organização internacional Greenpeace propõe as seguintes medidas urgentes a priori:
-Pesquisa e monitoramento da saúde das abelhas. Proibir imediatamente o uso de pesticidas tóxicos.
-Promover alternativas agrícolas naturais.
-Crie um sistema de áreas protegidas livres de telecomunicações.
O Dr. David Susuki tem razão ao declarar: "As notícias diárias documentam a menor queda ou aumento no mercado de ações ou no setor de leilões, mas ignoramos deliberadamente o equilíbrio dos serviços prestados pela natureza, como a absorção de dióxido.
liberação de carbono e oxigênio, proteção contra erosão e polinização de frutos e sementes e sem polinização, todos os sistemas econômicos entrariam em colapso.
Um mundo sem abelhas seria um mundo sem pessoas ".

Penhoram casas por dívidas de 3.500 euros

Novo artigo em Aventar

por Bruno Santos

A comunicação social dá hoje nota de que há um número significativo de famílias em Portugal cujas casas de habitação permanente estão a ser penhoradas por dívidas resultantes de incumprimento de contratos de crédito, geralmente ao consumo. Há casos de penhora da habitação permanente por dívidas de 3.500 euros, segundo diz a DECO.

Desde 2016 é proibida a execução de dívidas fiscais através da venda da casa destinada a habitação própria, mas essa proibição não se aplica a outras dívidas.

É inútil regressar à discussão sobre a responsabilidade individual nos contratos de crédito. As contas são meticulosamente feitas por quem o concede e, tal como nos casinos, a casa ganha sempre.

Este tipo de selvajaria social foi um dos motivos que levaram à pífia derrota eleitoral da direita, nas últimas legislativas. Permitir ou não permitir que se penhore a casa a uma família por causa de uma dívida de 3.500 euros, ou mesmo que seja de 35.000, é uma posição de princípio que representa a última fronteira entre a filosofia política de Bannon e a do Partido Socialista, actualmente no Governo de Portugal. Derrubada essa fronteira, com ela cairá o PS.

Nem tudo pode ser atribuído à natureza – o corrupto governo moçambicano tem a sua quota-parte de culpa

Novo artigo em Aventar


por Autor Convidado

Michael Hagedorn

Sem dúvida que a ajuda às vítimas do ciclone IDAI é imperiosa e premente. Mas nem por isso há que fechar os olhos ao contributo do governo moçambicano para esta tragédia e para a situação miserável em que o país se encontra.

A última grande catástrofe com fortes cheias em Moçambique foi há quase 20 anos e, nesta época do ano, o país é regularmente fustigado por devastadores ciclones.

Mas o que foi feito, depois da calamidade ocorrida em 2000, para evitar que as consequências das próximas fossem tão dramáticas? Nada. Uma elite corrupta não fez nada para assegurar que na segunda maior cidade do país, que está praticamente ao nível do mar, fossem realizadas medidas concretas e eficazes para proteger as pessoas dessas devastações cíclicas. Desde o fim da guerra em 1992, o nível de vida da população pouco melhorou. No relatório da ONU sobre a pobreza, Moçambique ocupa o 180º lugar entre 186 países. Ler mais deste artigo

Rui Pinto, vilão ou herói?

Novo artigo em Aventar


por António Fernando Nabais

As minhas costelas benfiquistas poderão levar a que leitores mais apressados vejam nesta minha breve opinião a defesa de um clube. Apesar de saber que isso vai ser ignorado, desejo deixar claro que sou adepto do Benfica durante os 90 minutos que dura um jogo, que não encontro nenhuma superioridade moral no meu clube, que não me espantaria que houvesse ou que haja muitos esquemas mafiosos associados directa ou indirectamente ao Benfica, o que quiserem, assim fique provado em tribunal, mesmo sabendo que pode haver uma grande distância entre tribunais e Justiça.

Ora, parafraseando Churchill, a propósito da democracia, é forçoso reconhecer que o nosso sistema de Justiça é o pior que há, à excepção de todos os outros. Por isso, enquanto Luís Filipe Vieira, o Benfica ou o diabo a quatro não forem condenados, serão inocentes, por muito que nos custe.

Rui Pinto, para quem não gosta de futebol ou para quem não gosta do Benfica, dois sentimentos respeitáveis e compreensíveis, é um herói. Se da sua actividade resultar a condenação de criminosos, óptimo, independentemente da cor clubística, partidária ou da roupa interior. Ler mais deste artigo

Nacionalismos

Ladrões de Bicicletas


Posted: 28 Mar 2019 02:10 AM PDT

Identificar o nacionalismo exclusivamente com a direita política significa não compreender a sua natureza e a forma como moldou quase todas as ideologias políticas modernas, incluindo as liberais e progressistas. O nacionalismo forneceu os fundamentos ideológicos para instituições como a democracia, o Estado-Providência e a educação pública, já que todos foram justificados em nome de um propósito partilhado e um ideal de obrigação mútua. O nacionalismo foi uma das forças que ajudou a derrotar a Alemanha nazi e o Japão imperial. E foram os nacionalistas que libertaram a grande maioria da humanidade da dominação colonial.
Andreas Wimmer, Porque é que o nacionalismo funciona e porque é que está para ficar?, Foreign Affairs,Março/Abril de 2019, p. 28, minha tradução.
Apesar da capa ameaçadora, a convencionalíssima Foreign Affairs tem um dossiê sobre “o novo nacionalismo” que é bem mais plural do que os debates públicos neste país sobre o tema. Salvo raras excepções, onde se inclui um ou outro estudioso dos nacionalismos, por cá o termo tende a ser imediatamente associado a tudo o que é politicamente tóxico. É a imaginação do centro a funcionar entre as elites que monopolizam o debate público
E, no entanto, basta molhar a medo os pés no vasto e revoltoso oceano da literatura histórico-sociológica sobre o assunto para concluir que a posição de Wimmer tem muito a seu favor. E já nem falo no só aparentemente mais calmo mar da história da economia política, onde a posição de um Gunnar Myrdal, só para dar um exemplo, representa o melhor dos estudos do desenvolvimento sobre este tema. Quem disse que um determinado tipo de nacionalismo não pode fomentar o mais consequente internacionalismo? Não se pode é confundir internacionalismo com a neoliberal UE...