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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Entre as brumas da memória


Dica (762)

Posted: 24 May 2018 01:30 PM PDT

Why China Is Winning the Trade War (John Cassidy)

«As confusion reigns, internal recriminations have begun. The rival factions in the Trump trade team are squabbling bitterly. On Capitol Hill, a number of Republicans, led by Senator John Cornyn, of Texas, have joined Democrats in signing a letter criticizing Trump’s effort to ease the restrictions against ZTE. Reflecting fears that the Administration might be about to make further concessions on the sale of sensitive technologies to the Chinese, the bipartisan letter also warns that “any such move would bolster China’s aggressive military modernization and significantly undermine long-term U.S. national security interests.”

Somewhere in Beijing, a senior Chinese official is probably smiling.»

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Prémio Nobel da Paz?

Posted: 24 May 2018 10:30 AM PDT

Las Abuelas de Plaza de Mayo, nominadas al Premio Nobel de la Paz.

Seria tão justo, mas tão justo!
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Apelo às Emissoras Televisivas

Posted: 24 May 2018 08:26 AM PDT

Nos últimos anos temos assistido a um desvirtuar total do desporto enquanto actividade de valores, de humanismo. A luta de palavras invadiu a normalidade dos noticiários e as agressões verbais tornaram-se a norma num ecossistema que parece alimentar-se dessa mesma violência.

Abarcando cada vez mais espaço nas mentalidades, os programas de comentário desportivo levam, muitas vezes, ao limite do inimaginável o prazer do azedume, da acusação, da maledicência. É a prática constante de uma violência verbal que alimenta essa voragem em que cada vez mais cidadãos se encontram, fechados nesse clima de intriga, ruminando um ódio que pode eclodir a qualquer momento.

Com uma grelha televisiva centrada nestes debates, muitos jovens não resistem à tentação dessa presença contínua nas televisões, sorvendo uma cultura que gera o ódio, que incita à violência e que desagrega a sociedade como um espaço de fraternidade e de paz.

Pelas consequências vistas nos últimos anos; Pelas consequências vistas nos últimos dias; Porque é preciso restituir dignidade aos telespectadores, lançamos um APELO aos canais televisivos para que criem mecanismos de regulação ética que enquadrem estes debates, e para que reduzam o tempo de exposição das dimensões colaterais ao futebol, fomentando uma cultura de respeito e de tolerância, sendo esses programas instrumentos de diálogo e de compreensão através do debate livre, e não ferramentas de disseminação do ódio em que parte do país se acha mergulhado, moldando mentalidades.

21 de Maio de 2018.

Promotores:

Paulo Mendes Pinto, Prof. Universitário / António Serzedelo, Activista cívico / Catarina Marcelino, Deputada / José Eduardo Franco, Prof. Universitário / Patrícia Reis, Jornalista e escritora / Pedro Abrunhosa, Músico

Assinam:

Alexandre Castro Caldas, Médico / Alexandre Honrado, Escritor / Anabela Freitas, Presidente da C.M. de Tomar / Anabela Mota Ribeiro, jornalista / Annabela Rita, Directora da Associação Portuguesa de Escritores / Ana Umbelino, Vereadora da C. M. de Torres Vedras / António Araújo, Prof. Universitário / António Avelãs, Prof. Universitário / António Borges Coelho, Prof. Universitário / António Pinto Pereira, Advogado / Berta Nunes, Presidente da Câmara Municipal de Alfândega-da-Fé / Carlos Bernardes, Presidente da C. M. de Torres Vedras / Carlos Moreira Azevedo, Bispo / Carlos Vargas, Gestor Cultural / Cipriano Justo, Médico / Cláudia Horta Ferreira, Vereadora da C. M. de Torres Vedras / Elísio Summavielle, Gestor Cultural / Eugénio Fonseca, Presidente da Cáritas Portuguesa / Fernanda Câncio, Jornalista / Fernando Pereira, Cantor / Fernando Ventura, Frade Franciscano Capuchinho / Francisco Sarsfield Cabral, Jornalista / Graça Morais, Pintora / Henrique Pinto, Fundador-Presidente da Impossible – Passionate Happenings / Jaime Ramos, Médico, Fundador da ADFP / João de Almeida Santos, Prof. Universitário / João Couvaneiro, Vice-Presidente da C. M. de Almada / João Paulo Leonardo, Director do Agrupamento de Escolas Baixa-Chiado / Joaquim Franco, Jornalista / Joaquim Moreira, Quórum dos Setenta da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias / Jorge Proença, Director da Fac. de Ed. Física e Desporto da Un. Lusófona / José Maria Brito, Pe. Jesuíta / José Vera Jardim, Jurista / Mafalda Anjos, Jornalista / Mário Beja Santos, Escritor / Manuel Sérgio, Provedor de Ética no Desporto / Mendo Castro Henriques, Prof. Universitário / Miguel Real, Escritor / Nidia Zózimo, Médica / Nuno Camarneiro, Escritor / Nuno Júdice, Poeta / Patrícia Fonseca, Jornalista / Paulo Borges, Prof. Universitário e Presidente do Círculo do Entre-Ser / Paulo Fidalgo, Médico / Rachid Ismael, Director do Colégio Islâmico de Palmela / Raul Castro, Presidente da C. M. de Leiria / Richard Zimler, Escritor / Rui Martins, Vereador Suplente na C. M. de Lisboa / Sofia Lorena, Jornalista / Tânia Gaspar, Dirigente Associativa / Zara Pereira, Presidente da Associação Humano

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O futuro do SNS

Posted: 24 May 2018 03:03 AM PDT

«Jacques Coeur, mestre que criou moeda para as necessidades guerreiras de Carlos VII de França, chegou a ser considerado um alquimista. Dizia-se que ele conseguia transformar metais básicos em prata. Talvez não o conseguisse fazer, mas conseguia criar moeda que deixava muita gente rica, incluindo o rei. Mas o seu fascínio pela amante do rei, Agnès Sorel, determinou o seu destino. Ela apareceu morta, envenenada, e Coeur foi acusado pelos inimigos e por outros, que lhe deviam dinheiro, da sua morte. António Arnaut, alquimista que criou o SNS, deixou um legado e criou uma legião de inimigos dissimulados. Não teve o trágico destino de Coeur, mas foi colocado nas margens do poder. O SNS é talvez o mais importante legado do 25 de Abril, para lá da democracia. Ou melhor, foi o alargamento da democracia à saúde. Não deixa de ser curioso verificar como o desaparecimento de Arnaut coincide com uma anemia acelerada do SNS e do seu financiamento, algo que não é de agora. Mas que está a servir às mil maravilhas para algum populismo ligado ao sector da saúde criar uma imagem favorável a novos tempos.

A crise do SNS tem que ver com a do Estado social, que chegou bem tarde a Portugal e que caminha inexoravelmente para o seu fim, mesmo com "face liftings". Não há, nem vai haver, dinheiro público suficiente dos contribuintes para suportar as crescentes despesas da saúde (como das reformas). Vai-se mascarando as coisas, mas em momento de contenção orçamental, o que tapa de um lado, destapa-se do outro. A saúde é muito cara. Só que nada substitui o SNS como forma de prestar os serviços de primeira linha e de saúde que não é rentável para os privados (ou que os com menos posses não podem pagar). Este estrangulamento tem que ver com as novas linhas com que se cose a economia global, onde vão escasseando as receitas para alimentar serviços complexos e caros como é o SNS. Esse é um dilema do Ocidente em geral e de Portugal em especial. Que saúde estará o país disposto a pagar no futuro? E qual vai ser o lugar do vital SNS nele?»

Fernando Sobral

quinta-feira, 24 de maio de 2018

A guerra económica contra Gaza

por estatuadesal

(Alexandre Abreu, in Expresso Diário, 23/05/2018)

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Mais de cem palestinianos foram assassinados pelas forças armadas israelitas nas últimas semanas junto à fronteira entre Gaza e Israel em circunstâncias em que não representavam qualquer ameaça. É imensamente trágico que um Estado que resultou de uma das maiores, se não a maior tragédia do século XX – o Holocausto – seja hoje o perpetrador de quotidianas violações de direitos humanos, assentes numa cultura de superioridade racial e desumanização dos palestinianos.

Não é possível ouvir responsáveis israelitas a justificar os assassinatos com o argumento que ‘não conseguimos pôr todos os manifestantes na cadeia’ sem escutar ecos do passado e sentir um calafrio na espinha.

Porém, a violência da ocupação israelita não se limita àquela que é directamente perpetrada pelas forças armadas. Igualmente terríveis, imorais e ilegais – à luz do direito internacional – são os constrangimentos exercidos sobre a viabilidade dos territórios ocupados palestinianos. O caso de Gaza, que é um verdadeiro campo de concentração a céu aberto, não é único, mas é o mais chocante. A grande maioria dos seus dois milhões de habitantes não pode entrar ou sair do território, cuja área é semelhante ao concelho de Sintra, em resultado do fecho das fronteiras terrestres e do bloqueio marítimo e aéreo israelita. Esse mesmo bloqueio, imposto por Israel desde 2007, implica igualmente que as perspectivas de viabilidade económica e social do território sejam inexistentes.

Israel limita enormemente a entrada e saída de bens, incluindo a importação de materiais de construção, alimentos e até medicamentos. As exportações também cessaram praticamente após 2007. Segundo uma estimativa do Banco Mundial, o PIB do território caiu mais de 50% em resultado do bloqueio. A indústria anteriormente existente foi dizimada. A taxa de desemprego, de mais de 40%, é a mais alta do mundo. Cerca de 40% da população, três vezes mais do que na Cisjordânia, vivem em situação de pobreza. Estes não são problemas de subdesenvolvimento, mas de ‘des-desenvolvimento’ deliberadamente imposto por Israel, para usar o termo de um relatório das Nações Unidas.

Imagine o que é viver sem acesso a energia durante mais de vinte horas por dia durante anos em resultado do racionamento de combustível por parte de uma potência ocupante. Imagine uma situação em que apenas 10% da população têm acesso a água potável em condições de segurança. Imagine um território em que os pescadores são alvejados pela potência ocupante quando se afastam mais de 5km da costa para tentarem aceder a zonas de pesca menos exauridas. Em que, segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde, 65% dos bebés com menos de um ano sofrem de anemia.

A situação que se vive em Gaza, perante a ignorância ou indiferença da maior parte do planeta, é a de um território sujeito a uma guerra económica que constitui, na descrição do Comité Internacional da Cruz Vermelha, uma forma de punição colectiva. O relator especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios ocupados caracterizou o bloqueio israelita como um crime contra a humanidade, para além de uma violação reiterada do direito internacional. Nos anos ’80 do século passado, o apartheid sul-africano pôde ser desmantelado em grande medida graças às sanções internacionais e ao boicote dos cidadãos de todo o mundo. Hoje, devemos todos mobilizar-nos para corrigir esta outra mancha na consciência da humanidade.

Francisco Assis – viagem sem regresso

por estatuadesal

(Carlos Esperança, 24/05/2018)

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O eurodeputado Francisco Assis tem um passado político demasiado relevante para que as suas legítimas opções possam ser ignoradas, dentro e fora do PS.

Quem, como eu, se reclama social-democrata, não pode rever-se da deriva neoliberal que se acentua no velho militante do PS e, muito menos, na reincidência com que se identifica com as aspirações da direita portuguesa.

A entrevista ao Público desta terça-feira foi um serviço aos partidos que o usaram, quando da formação do atual Governo, e o dispensaram logo que deixou de ser útil. E não se arrepende do mal que fez ao partido e ao País, com o discurso catastrofista e anticomunista primário, ignorando a legitimidade do voto, igual para todos os partidos.

Contra o seu desejo, o BE, o PCP e o PEV pouparam o PS à chantagem da direita, de que estava refém, onde o PSD ameaçava ser a eterna charneira.

Se há uma dívida de gratidão, é do PS aos partidos à sua esquerda e não o contrário, mas Assis insiste em excluir da vida democrática os partidos que lhe apraz sem se dar conta do seu défice democrático, do benefício da atual solução governativa e dos malefícios do Governo anterior.

Inesperada é a insistência na disponibilidade para continuar eurodeputado de um PS contra o qual foi o mais ruidoso adversário, não ter uma palavra de condenação sobre o Governo dos partidos que prefere, e persistir no que é mais caro à direita para envenenar o funcionamento das instituições democráticas.

A insistência absurda na recondução da PGR, que a própria reiteradamente considerou função de um único mandato, desejo também antes manifestado pelo atual PR, é uma provocação de quem deseja ser satélite da concorrência. Na véspera do Congresso do PS é porta-voz do PSD.

Francisco Assis perdeu a visão política e o pudor, aliado aos trânsfugas que viajaram da extrema-esquerda para os braços da direita caceteira e miguelista, na política, no jornalismo e na opinião remunerada. Ao dizer que este governo tem um prazo de validade, não se limitou a dizer o óbvio, aliás com limites legais, revelou apenas que excedeu o seu.

É natural que mantenha ainda alguma influência dentro do PS, mas suicidou-se perante o País, ética e politicamente. É deprimente o fim, mas a direita costuma pagar favores com avenças.

O ESPETÁCULO VAI COMEÇAR

por estatuadesal

(In Blog O Jumento, 24/05/2018)

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Ainda que nem se tenha reparado o país está sendo informado sobre o que se passou em Alcochete com base na informação constante no processo, isto é, graças a mais uma violação do segredo de justiça, algo muito frequente nos casos investigados a partir da capital. É raro o processo cuja investigação seja feita a partir de Lisboa que não dê lugar a este tipo de informação, até faria sentido que fosse acrescentado um canal à grelha dos canais televisivos transmitidos por cabo, precisamente para fornecer esta informação.

A última novidade é a exibição de fotogramas, criteriosamente selecionados para passar uma imagem do assalto a Alcochete, como se estivéssemos perante uma operação de comandos do DAESH, só não se consegue perceber muito bem nas imagens se os terroristas traziam consigo metralhadoras Ak 47. Como consta que foram encontradas armas nos carros podemos imaginar o pior.

Tudo isto tem alguma graça pois não se percebe o que se pretende, se justificar a prisão preventiva de 23 jovens com o argumento de serem terroristas, assustar a comunidade provocando alarme público para justificar os processos e argumentação dos investigadores ou passar a mensagem de podemos dormir descansados porque temos alguém que não dorme para poder conduzir a tarefa de higienização da sociedade, designadamente do meio político e agora, do futebol.

Fica-se com a sensação de que depois de se ter depurado a classe política alguém se lembrou de que seria a hora de limpar o meio futebolístico e, no mesmo dia em que somos bombardeados com o pouco que há no processo do assalto do DAESH a Alcochete, ficamos também a saber que Bruno de Carvalho é acusado por um dos colegas da direção do SCP, que o abandonou, de ter ficado com luvas no negócio de Bryan Ruiz. A conclusão é óbvia, zangam-se as comadres e sabem-se as verdades; é bom que o Bruno de Carvalho se cuide pois a esta hora já devem estar a acrescentar uma cama ao lado de Vale e Azevedo.

Há no ar  a ideia de que para o derrube do “ditador de Alvalade” não vai ser necessário encomendar ao Trump uma operação militar ao estilo da que derrubou Noriega, no Panamá. Por cá, temos quem faça isso com menos tiros e tabefes do que se ouviram em Alcochete e pela informação que vai saindo nos jornais já se percebeu a mensagem.

Para que a promiscuidade entre o mundo da política e o mundo da bola ficasse completa só faltava o envolvimento de magistrados.  Depois de políticos, banqueiros e empresários só faltavam os magistrados para que o espetáculo de mais uma ópera bufa tivesse início.

Parques de Sintra e Câmara de Lisboa vencem prémio de Restauro do SOS Azulejo

Parques de Sintra e Câmara de Lisboa vencem prémio de Restauro do SOS Azulejo

24/5/2018, 10:32

Os prémios do SOS Azulejo 2017 vão ser entregues esta quinta-feira, no Palácio da Fronteira, em Lisboa.

ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
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A Parques de Sintra e a Câmara Municipal de Lisboa são os vencedores do Prémio SOS Azulejo 2017, na categoria “Intervenção de Conservação e Restauro”, a ser entregue esta quinta feira, numa cerimónia a decorrer no Palácio da Fronteira, em Lisboa.

Segundo uma nota divulgada no site do projeto SOS Azulejo, uma iniciativa da responsabilidade do Museu da Polícia Judiciária, a Parques de Sintra – Monte da Lua foi reconhecida pelas obras de restauro de azulejos do pátio do Leão e pátio de Diana, no Palácio Nacional de Sintra. Já a Unidade de Coordenação Territorial, Unidade de Intervenção Territorial Centro Histórico, da Câmara Municipal de Lisboa, vencedora ‘ex-aequo’ na mesma categoria, foi distinguida pela intervenção de conservação e restauro dos painéis em azulejos do Jardim Júlio de Castilho.

O Prémio “História de Arte” será entregue à investigadora Rosário Salema de Carvalho e ao autor de azulejo Libório Silva, pelo livro “Azulejos — Maravilhas de Portugal / Wonders of Portugal”.

O Prémio “Tese de Doutoramento na área de ‘Estudo de Materiais'” foi atribuído a Susana Xavier Coentro, com o estudo “An Iberian Heritage: Hispano-Moresque Architectural Tiles in Portuguese and Spanish Collection”.

Segundo a organização, o prémio extra concurso Personalidade vai ser entregue a João Castel-Branco Pereira, “pela notável obra que consagrou ao estudo e divulgação da azulejaria histórica e artística portuguesa”. No que respeita a menções honrosas, Susana de Vilas-Boas Miranda Lainho foi a distinguida na área da “Conservação e Restauro”, pela obra de restauro dos azulejos da Capela de São Geraldo, na Sé de Braga.

A Câmara Municipal de Lisboa – Unidade de Coordenação Territorial, Unidade de Intervenção Territorial Centro Histórico, e o Atelier Samthiago Conservação e Restauro foram os vencedores na categoria “Boas Práticas”, pela reabilitação dos painéis em azulejo de Fred Kradolfer nos miradouros de Lisboa.

Rosário Salema de Carvalho e Libório Silva receberam também uma menção honrosa em “Turismo Cultural” pelo livro “Azulejos à Mesa / Azulejos in Restaurants”, enquanto a Câmara Municipal de Vila Fraca de Xira foi distinguida na área de “Divulgação”, pela divulgação do património azulejar do Mercado Municipal local.

A categoria “Contributos para inventário” mereceu duas menções honrosas ‘ex-aequo’: uma atribuída a Tiago Passão Salgueiro, Ana Campanilho Barradas, Paulo Pinto e Fernando Duarte, pelo inventário da azulejaria Caliponense – Projeto de Identificação do Património Azulejar de Vila Viçosa, e outra atribuída à ‘designer’ Alba Plaza e à produtora cultural Marisa Ferreira, pelo arquivo digital “Os azulejos do Porto”.

Divulgação”, pela divulgação do património azulejar do Mercado Municipal local.

A categoria “Contributos para inventário” mereceu duas menções honrosas ‘ex-aequo’: uma atribuída a Tiago Passão Salgueiro, Ana Campanilho Barradas, Paulo Pinto e Fernando Duarte, pelo inventário da azulejaria Caliponense – Projeto de Identificação do Património Azulejar de Vila Viçosa, e outra atribuída à ‘designer’ Alba Plaza e à produtora cultural Marisa Ferreira, pelo arquivo digital “Os azulejos do Porto”.