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domingo, 17 de junho de 2018

No 1.º aniversário da tragédia de Pedrógão Grande

  por estatuadesal

(Carlos Esperança, 17/01/2018)

fogom

A comunicação social procede à mórbida celebração do incêndio. Enquanto requeima as vítimas em imagens repetidas até à náusea e se resssufragam as almas em remissas televisionadas, com mais pessoas do que crentes, impede-se o luto dos que sofrem a dor da ausência dos que o fogo devorou, a sangrar por dentro.

Há nesta lúgubre ostentação da tragédia o aproveitamento que, desde o início, serviu objetivos políticos que apenas o delírio do presidente da Misericórdia e do PSD de Pedrógão atenuou com os suicídios que imaginou em transe partidário e oportunismo antidemocrático.

Foram mais respeitados os mortos que um carvalho paroquial esmagou no adro da igreja ao tombar sobre uma procissão, na Madeira, mas tiveram menos sorte os estropiados e os herdeiros dos falecidos porque os fundos da diocese eram para a salvação das almas e os do Estado para reparar os danos oriundos de matas particulares e da inclemência do tempo.

Das 13 pessoas mortas no Funchal, incluindo uma criança, pela queda da árvore, em 15 de agosto do ano passado, não mais se ouviu falar, nem dos 49 feridos, 12 dos quais em estado grave, se sabe quantos vieram a falecer. As famílias de 13 mortos e os numerosos estropiados terão certamente missa, mas não terão o PR, o PM e a Dr.ª Cristas, dois por exibição pia e um por chantagem ímpia, para os carpir.

Hoje, percorre-se a estrada da morte, em sucessivas romagens televisivas que dilaceram os sobreviventes, enquanto a presidente da comissão de vítimas, esgotada a angariação de inscrições no CDS, se desdobra em entrevistas, disponível e com visual cuidado.

Os mortos não merecem e os vivos podiam ser poupados ao chumbo derretido que lhes aviva as feridas por cicatrizar, com as imagens que alimentam a patologia televisiva.

Salvem os homens!

  por estatuadesal

(António Guerreiro, in Público, 15/06/2018)

Guerreiro

António Guerreiro

Quando, há poucas semanas, foi revelado um estudo que mostra que as mulheres em Portugal ganham menos do que os homens e estão sub-representadas nos postos de chefia, havia também aí uma informação implícita: a de que é grande a força da inércia, mantendo assim uma situação que irá chegar ao fim em pouco tempo porque já não há nada que a legitime e mantenha viva essa força; quando, na semana passada, foi anunciada a composição do novo governo espanhol, com mais ministras do que ministros, não havia razão nenhuma para percebermos essa novidade como demagógica inflação ideológica, mas como uma correspondência com a verdade do mundo em que vivemos.

A dominação masculina chegou ao seu fim, sem o estrondo de uma revolução, muito embora seja uma verdadeira revolução que veio interromper, no nosso tempo, o curso do mundo. Sociólogos e historiadores falarão, a propósito deste declínio surpreendente, na extinção da família em que se baseava o patriarcado e no esvanecimento da “lei do Pai” ou, literalmente, da própria figura do pai (quem não conhece hoje mulheres solteiras, com um filho ou mais, que abdicaram de atribuir uma função e pedir responsabilidades ao pai da criança?).

Eu preferia falar, aqui, de um outro fenómeno que é, desde há algum tempo, objecto de estudo: o falhanço dos rapazes, na escola, em comparação com o sucesso das raparigas (nesse estudo sobre o défice salarial das mulheres em Portugal, era também revelado este novo dado: as mulheres têm mais habilitações escolares e académicas do que os homens), o que já levou alguns governos a estudar a hipótese de criar quotas masculinas para alguns cursos.

Nos países ocidentais, a situação é esta: os rapazes atingem um nível de formação menos elevado, preferem fazer estudos mais breves e abandonam com mais frequência o percurso escolar. Segundo dados oficiais, em França, 43% dos alunos masculinos chumbam nas provas do final do ensino secundário (o baccalauréat), contra 20% das alunas; dois terços dos jovens que saem sem qualificação do sistema escolar são rapazes; nos Estados-Unidos, na Inglaterra, na América do Sul e mesmo na Ásia Central, as mulheres são maioritárias na Universidade. Na Austrália, tal como na maior parte dos países europeus, a diferença entre o número de homens e o número de mulheres que obtêm um diploma é de 10%  a favor das mulheres; e, na Noruega, essa diferença é de 18% .

Estes números são fornecidos num artigo assinado por Martin Dekeiser no último número (Maio-Agosto), da revista francesa Le débat. Nesse artigo, que faz parte de um dossier sobre Le maculin en révolution, somos ainda informados de que nos países mais desenvolvidos os homens começam a ter mais dificuldade em arranjar emprego do que as mulheres e de que nos Estados-Unidos, de 1970 até hoje, a contribuição das mulheres americanas para a economia doméstica passou de 7% para 43%.

Porquê este desinvestimento escolar dos rapazes e a cadeia de consequências que dele advém? Porque é que há uma tal diferença de atitude em relação à escola e à sociedade? Porque é que as raparigas com origem nos meios pobres são muito mais bem sucedidas do que os seus congénere masculinos na elevação social? As respostas a estas perguntas são ainda muito hesitantes, mas o que é de ciência certa é que a imaturidade prolongada é hoje uma marca muito mais saliente nos homens do que nas mulheres.

Eles tendem a ser incapazes de assumir a plena responsabilidade sobre o seu modo de vida. Não se trata daquela cultura “jovem”, que depois da Segunda Guerra inventou a adolescência como categoria sociológica e cultural. Trata-se antes de uma juventude retardada, só representável enquanto patologia social.

Banco de Livros Escolares de Válega (BLEV) - doação/troca gratuita de livros escolares

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COMUNICADO

Caros Conterrâneos,

O Banco de Livros Escolares de Válega (BLEV), criado pela Junta de Freguesia de Válega, tem como objetivo apoiar a população valeguense, pretendendo maximizar a reutilização de manuais escolares usados e manuais de apoio ao estudo, como gramáticas, dicionários, etc. disponibilizando-os gratuitamente a quem deles necessite.

Numa altura em que se aproxima o novo ano letivo (2018/19), o recurso ao BLEV pode ser uma boa solução, principalmente devido às contingências económicas de muitas famílias, mas também face à escassez de respostas para o encaminhamento de manuais escolares usados.

Assim sendo, a Junta de Freguesia de Válega agradece, antecipadamente, a todos as pessoas que, voluntariamente, queiram contribuir com a doação de manuais escolares usados e manuais de apoio ao estudo, que foram adotados no ano letivo (2017/18), ao nível do 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário.

A doação de livros escolares referentes ao ano letivo 2017/18 pode ser efetuada até ao final do mês de julho na secretaria da Junta de Freguesia de Válega, onde também poderá ser consultado o respetivo regulamento.

Com os melhores cumprimentos,

A Junta de Freguesia de Válega,

Válega, 14 de junho de 2018

Entre as brumas da memória


Dica (772)

Posted: 16 Jun 2018 01:06 PM PDT

The G-7. FiascoIt's Time to Isolate Donald Trump (Roland Nelles)

«The G-7 summit once again made it clear that U.S. President Donald Trump is intent on treating America's allies worse than its enemies. Europe must draw the consequences and seek to isolate Trump on the international stage.»

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Sob a condição humana

Posted: 16 Jun 2018 09:57 AM PDT

Miguel Sousa Tavares, Expresso 16.02.2018 (Excerto)

«Olhem para a célebre fotografia da Cimeira do G7 em Charlevoix, no Canadá. É daquelas fotografias que ficarão para a História. Um contra todos. Um, Donald Trump, que nem sequer se digna levantar-se para enfrentar os outros seis, que estão de pé, à roda da mesa, tentando em vão demovê-lo de partir para uma guerra comercial contra dois terços da população mundial. Trump nem se levanta, nem responde, nem contesta, nem sequer os olha. Parece um menino mimado, a fazer uma birra. Um menino mal-educado, que chegou tarde ao encontro e partiu antes de todos, despedindo-se à francesa e insultando o seu anfitrião depois de partir e mais uma vez rasgando o mísero acordo, só de palavras, que havia assinado. Acham que ele se preocupou? Não, com aquela fotografia ganhou a reeleição e nem vai precisar da ajuda dos russos nem da batota da Cambridge Analytica para ser reeleito. O comum dos americanos gosta daquela pose — “America first”. O comum dos americanos não vê além do próprio umbigo, são medíocres, ignorantes e arrogantes, como o seu Presidente. E o comum dos americanos é a maioria. Antes, Obama ganhou porque o seu adversário, McCain, não era suficientemente mau, antes pelo contrário, para atrair o comum dos americanos. Pela democracia se destrói a democracia: Trump é a demonstração perfeita. Mas também o ‘Brexit’, Kurtz, Orbán, Salvini e tutti quanti.

Ao contrário do que sucedeu no Canadá, não sei por que razão a maior parte dos analistas não anteviu que o encontro Trump-Kim Jung-un ia ser um sucesso. Dois iguais reconhecem-se quando se encontram e têm tudo para se entenderem por instinto, tal como Trump previra. Encontraram-se dois aldrabões de feira, dois despenteados mentais, dois tresloucados nucleares ao estilo “Dr. Strangelove” do Kubrick, dois vaidosos compulsivos que primeiro satisfizeram os respectivos egos a ameaçar o mundo com uma destruição apocalíptica e depois se rebolaram de puro prazer autocontemplando-se perante 2000 jornalistas como os anjos milagreiros que tinham salvo a Humanidade da guerra que eles próprios iam lançar. No seu íntimo, já se imaginam em Estocolmo, a receber a meias o Prémio Nobel da Paz — e não é sonho fora do alcance. Se tudo isto acabará, de facto, no desarmamento nuclear da Coreia do Norte ou com Kim a comer um McDonald’s na Casa Branca, ninguém sabe ao certo. Tudo é feito de aparências, de egoísmos, de muros, de fachadas, de fake news e tweets no lugar onde antes estava a informação, das redes sociais onde antes estavam os livros, dos aldrabões e demagogos onde antes estavam os líderes. Talvez no fim reste apenas a música e a música será aquilo que nos permitirá não endoidecer, à medida que vemos tudo o resto perder o sentido. E esperaremos, quietos, indefesos, impotentes. Assistiremos ao triunfo dos porcos, à morte acelerada da natureza — até à morte da natureza humana. Talvez tenha sido disto que Anthony Bourdain quis fugir. Ou talvez já não haja fuga, apenas espera. Talvez, como escreveu Cesare Pavese, já estejamos mortos, mas não sabemos.»

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No Facebook ou numa TV perto de si

Posted: 16 Jun 2018 07:14 AM PDT

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Não se ponham a dançar em conjunto

Posted: 16 Jun 2018 03:11 AM PDT

José Pacheco Pereira no Público de hoje:

«Marcelo vai-se encontrar com Trump no final deste mês. É um encontro protocolar e normal entre dois Estados que têm relações diplomáticas. Não tem sentido pôr em causa que o encontro aconteça. Mas... o terrível “mas”...

Sabe-se que Trump não lê quase nada do que lhe é enviado pelos diferentes serviços e o resultado é que a informação que provavelmente lhe é dada antes do encontro com Marcelo deve caber em meia folha em letras grandes. A julgar pelos precedentes conhecidos deve incluir a transcrição fonética ou coisa parecida do nome de Marcelo, os pontos de litígio entre os dois países, com relevo para a Base das Lajes, e — e é aqui que as coisas se complicam — um perfil psicológico do Presidente português. A folhinha dirá coisas sobre os “afectos”, talvez sobre as selfies e a popularidade de Marcelo, aconselhará o Presidente americano a ser igualmente próximo e íntimo, como foi com Macron e Kim. Imensas palmadas nas costas, muita linguagem corporal. E essa sugestão será certamente seguida por um presidente que gosta da encenação e da coreografia. O problema é o... outro Presidente que gosta das mesmas coisas, Marcelo Rebelo de Sousa. Por isso, a tentação vai ser grande de andarem a mostrar como gostam um do outro e a usar o narcisismo e a vaidade para marcar pontos. Ambos. Durará uns minutos, mas será penoso de ver.

Trump não sabe nada sobre Marcelo e Portugal, mas Marcelo sabe mais do que o suficiente sobre Trump para nos poupar o espectáculo e reduzir a coreografia ao mínimo. Trump é um adversário da União Europeia, da OTAN, do sistema de globalização de que Portugal faz parte, dos acordos que Portugal assinou com os EUA e que este rompeu sem consideração por nada e sem qualquer política consistente que não seja a de agradar à sua “base” e ao seu ego. Trump é um perigo para a paz e a estabilidade mundial, um amigo demasiado próximo de Putin, Kim, Duterte, Erdogan, acabou por elogiar em termos entusiásticos o novo Governo italiano, apoiou Le Pen, os racistas ingleses e alemães, e de transformar o bom do Canadá em inimigo da América. A lista seria longa, mas aponta sempre para a mesma coisa: machismo, poder, autoritarismo, força e violência.

Quando Marcelo for ter com Trump, terá de ter em conta que a maior repercussão da sua viagem vai ser o tweet de circunstância que ele faz quando encontra os seus congéneres estrangeiros, no intervalo dos frisos de militares, bombeiros e polícias que ele gosta de colocar como paisagem de fundo, para além de Kim Kardashian. Não é até impossível que ele lhe faça um daqueles elogios guturais que costuma fazer, “nice guy”, “very clever guy”, vindo do “beautifull sunshine country, Spain. I’m sorry, Portugal”, “I love bullfights”, e inanidades do género. Pode até perguntar-lhe sobre as oportunidades de negócios imobiliários nas praias do “Mediterrânio”, e se Portugal também quer uma Torre Trump — “I’m joking, President Marcell”.

Senhor Presidente, o nosso, faça tudo para o evitar ter por perto. Mande aumentar a distância dos púlpitos. Deixe a promiscuidade para a alt-rightportuguesa, que tem bons contactos no “trumpismo”. Fale-lhe nos imigrantes que isso basta para o pôr maldisposto, e, quanto às Lajes, não vale a pena ter muita esperança, porque ele deve achar que “custa muito dinheiro” e ainda lhe pede que aumente a contribuição para a OTAN. Nada de bom para Portugal virá do lado de Trump, muito menos dos republicanos, e pouco dos democratas, e lembre-se que a mossa que Trump está a fazer às democracias também cá chegará, ou melhor, já cá está. Talvez repetir na América o discurso do 25 de Abril sobre o populismo tenha mais sentido.

Com Trump é preciso distância, cara cerrada, no máximo esboços de sorrisos, mais esgares do que esboços, com o ar mais enjoado do mundo. A chanceler Merkel faz isso bem. Trudeau e Macron andaram a bajulá-lo e saiu-lhes mal. Bem feito! Marcelo não deve, nem precisa de ser mal-educado, mesmo com o protótipo da má-educação que tem à sua frente, mas deve ter em conta que nos está a representar, e intimidades com Trump são um insulto ao povo português.

Lembre-se, que, quando Trump for para dentro da Casa Branca, entre o último aperto de mão e a porta, ele já se terá esquecido de tudo, do seu nome, de Portugal, de tudo. Mas nós não.»

Não Há Fumo sem Fogo ou Chama Criminosa

por estatuadesal

(Dieter Dellinger, 16/06/2018)

incendiários

O DIAP de Leiria por via da procuradora Ana Simões resolveu comemorar o aniversário do incêndio de Pedrógão Grande tonando arguidos um conjunto de 10 pessoas que nada, absolutamente nada, tiveram a ver com o incêndio, isto é, não foram INCENDIÁRIOS e esqueceu que não há fumo sem fogo. (Ver notícia aqui ).

O fogo em Pedrógão Grande disseram erradamente elementos da PJ terá tido origem numa descarga elétrica natural numa situação meteorológica de ventos de 85 km/h com um calor abrasador, mas ninguém viu essas descargas.

A ser verdade, a procuradora Ana Simões descura o princípio basilar da hierarquia da causa criminosa ou natural. Em todos os fogos houve, sem dúvida, INCENDIÁRIOS humanos ou por absurdo naturais. nunca se verificou um incêndio natural com a dimensão do de Pedrógão e, menos ainda no território nacional num número de 16450 fogos e incêndios.

É TERRíVEL ler o texto da procuradora Ana Simões que acusa o comandante de bombeiros Augusto Arnaut de homicídio e ofensas corporais por negligência. Tenebrosa acusação para um bombeiro que exerce essa atividade há 32 anos e comanda há 18 anos.

Como pode uma procuradora que nunca pertenceu a um corpo de bombeiros e nada estudou sobre meteorologia, incêndios e outros fenómenos de género fazer com tanta ligeireza uma acusação tão grave.

O advogado Mário Cerol que foi comandante de bombeiros voluntários - que está sujeito às mesmas acusações tenebrosamente injustas - é um homem que esteve em 2009 ligado à candidatura do PS à Câmara Municipal de Alcobaça, o que prefigura o crime mais grave para a procuradora Ana Simões.

O Comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro de Leiria está também acusado pela Ana Simões porque na ocasião estava doente no hospital e comandou as operações por telemóvel.

A poderosa e riquíssima empresa que explora autoestradas e pode pagar grossas comissões não é arguida pelo crime de falta de limpeza das bermas, mas apenas dois simples trabalhadores rurais de uma empresa subcontratada e dois funcionários da Ascendi que a procuradora Ana Simões esconde os nomes. Respeitinho pelo Capital é muito bonito por parte da Justiça.

A engenheira do Gabinete Técnico da Câmara é também arguida.

O DIAP de Leiria agarrou-se à eventual causa natural em que ninguém na população de Pedrógão acredita para acusar de homicidas um grupo de INOCENTES, cujo grande CRIME é o mesmo de Sócrates, estarem ligados ao PS ou terem sido nomeados por pessoas do PS ou servirem para inocentar a empresa capitalista Ascendi que é a única entidade com culpas no cartório que pode pagar indemnizações. A lei aplica-se à empresa que devia ter verificado se estava a ser cumprida e nunca o foi, nem no ano passado nem em anos anteriores. A própria Ascendi criou as condições para que a lei não fosse cumprida e não disponibilizou as máquinas para limpar os taludes ao longo da estrada de que é concessionária nem pagou qualquer verba significativa para isso.

Até agora nenhum INCENDIÁRIO foi acusado e condenado pelo que a tese do homicídio indireto por negligência aplica-se por inteira a toda a Procuradoria Geral da República em todos os 16450 fogos e incêndios registados no ano passado com especial relevo nos que provocaram vítimas mortais, dada a sensação de IMPUNIDADE que estão a transmitir aos INCENDIÁRIOS cada vez mais protegidos por quem quer politizar o fogo e não combater o crime.

Os Bombeiros levarão menos de meia hora a iniciar o combate a um incêndio que se propagava nesse espaço de tempo por mais de um quilómetro. Ana Simões não pode considerar CRIME o facto de os bombeiros não estarem no local em que se teria dado a descarga elétrica natural, da qual não há prova nem testemunhas sérias.

A estratégia criminosa do Ministério Público foi a de responsabilizar os que estiveram envolvidos no combate ao incêndio. Os valentes bombeiros portugueses são agora acusados de serem homicidas enquanto os INCENDIÁRIOS ficam IMPUNES para voltarem a queimar meio milhão de hectares da PÁTRIA para cumprirem as intenções de Rui Rio e Marcelo Rebelo de deitar abaixo o Governo se os incêndios voltarem a repetir-se.

A presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários, Marta Soares, está preocupado com o Sporting e esteve com a venda de materiais representados pela empresa do filho, não estando a defender aqueles que se sacrificam voluntariamente quase sem recompensa pecuniária e muitas vezes sem comida para combater o fogo.

Ana Simões caia em si na Razão e perceba que está a cometer um gravíssimo CRIME de FALSA ACUSAÇÃO.

Desgraçada PÁTRIA que não respeita os seus MELHORES, os BOMBEIROS que a DEFENDEM e que são criminalizados por pessoas como a Ana Simões.

VIVA PORTUGAL E QUE OS MAGISTRADOS HONESTOS E PATRIOTAS SE REVOLTEM CONTRA ESTA INJUSTIÇA.