sexta-feira, 23 de junho de 2017

O rei dos camelos


por estatuadesal

(Dieter Dilinger, in Facebook, 23/06/2017)
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Foto: Prof. Drªa Constança Urbano de Sousa, a mulher de fibra que sabe COMANDAR. Pode bem adquirir o título de "La Comandante" por todos os militantes socialistas.

O jornaleiro Camelo Lourenço no Negócios de hoje (aqui) viu já o governo de António Costa desmoronar-se completamente.
Diz que tudo parecia correr de feição para António Costa e nos espaço de seis horas tudo mudou por causa dos incêndios.
Acrescenta que Costa resolveu com ligeireza uma série de crises que, não diz, mas foram heranças do GOVERNO PASSOS-PORTAS como o Banif, o BES, a CGD, etc.
O Camelo descreve com REGOZIJO a estrada que não foi cortada e conduziu os carros para um "crematório a céu aberto" (palavras do Camelo). Refere-se à ministra do Interior como patética e mais estupidezes deste quilate típicas do escrevente mais estúpido da nossa praça.
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Pergunta onde estava o BE e o PCP nesta tragédia. Tem razão, não estavam lá nem tinham de estar dado que não são governo como não estava o PSD nem o CDS. Estava apenas o Governo do PARTIDO SOCIALISTA com António Costa e Constança Urbano de Sousa mais Capoulas Santos a COMANDAREM e DIRIGIREM as operações.
O povo já tinha reconhecido nas sondagens quem é são os governantes e deu-lhes mais de 44% de intenções de votos e cerca de 20% ao PSD e os habituais cerca de 8% aos restantes.
Ao enfrentar as situações adversas com coragem e permanecer no posto é que se vê a FIBRA de quem governa.
Constança Urbano Sousa não se demitiu como queria ontem o idiota Celso Filipe do mesmo jornal.
Ao leme só se pode estar quem seja capaz de enfrentar tempestades e OS PIORES MOMENTOS SEPARAM os péssimos - como os críticos da Cofina tipo Camelo Lourenço, Passos Coelho, Cristas e outros -, dos verdadeiros heróis, os bombeiros, a GNR e quem os comandou 24 sobre 24 horas como fez a ministra Constança Urbano Sousa e o Primeiro Ministro mais outros membros do Governo.
De cobardes faladores como o Camelo Lourenço não reza a história.