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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Pulhas Analytica

Publicado por João Mendes

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Robert Mercer, proprietário da Cambridge Analytica, é um dos homens mais ricos do mundo. E como grande parte dos bilionários norte-americanos, Mercer é um batoteiro, que pratica o tipo de batota que a grunharia liberal-fascista venera, porque a grunharia liberal-fascista vive precisamente da batota, seja manipulando os mercados e a economia através dos seus fundos abutres, seja através da evasão fiscal em massa, seja com recurso à injecção de milhões de dinheiro sujo para distorcer a percepção pública sobre os mais variados temas. Uma cambada de parasitas e filhos da puta. O mundo estaria infinitamente melhor sem eles.

Mas Robert Mercer não se contenta com a condição de parasita filho da puta liberal-fascista. Não, Robert Mercer integra o lote daqueles que precisam do sofrimento alheio e da instigação generalizada do medo para ser feliz, seja lá o que isso signifique para ele. Só isso explica o facto de ser racista, xenófobo e adepto da violência. Só isso explica que seja um dos grandes patrocinadores das candidaturas presidenciais mais radicais nos EUA. Só isso explica que seja um dos mecenas de referência de projecto de extrema-direita como o Breitbart News, onde Trump foi buscar, reza a lenda que por indicação de Mercer, o fascista Steve Bannon, para seu braço direito. Enquanto durou.

Como a agenda liberal-fascista não é uma agenda popular ou fácil de implementar, na medida em que a esmagadora maioria da humanidade, por muito alheada que esteja, não está muito interessada em viver num mundo onde uma pequena elite de pulhas tudo domina e remete os restantes para indigência, para a acefalia e para a nova escravatura, condições nucleares para o modelo económico do liberal-fascismo, que assenta em salários miseráveis e na erradicação total de direitos laborais, Robert Mercer e a sua filha Rebekah, a Cruella De Vil do liberal-fascismo, decidiram levar a batota para outro nível, montando e financiando um esquema de manipulação da opinião pública em larga escala, que de resto já causou danos irreversíveis no império Zuckerberg. E nos EUA. E no Reino Unido. E na União Europeia. E no planeta Terra.

Os resultados, agora divulgados, não deixam margem para grandes dúvidas. Apanhado pela câmara oculta de um corajoso jornalista, Alexander Nix, CEP (Chief Executive Pulha) da Cambridge Analytica, revelou ao mundo os métodos dos vigaristas liberal-fascistas, que vão da mais reles e canalha manipulação emocional da opinião pública até ao envio de prostitutas para casa dos seus alvos. Eis a escumalha por trás da vitória de Donald Trump, do triunfo do Brexit e, possivelmente, da ascensão de outros déspotas e vigaristas. Eis os pulhas engravatados, provenientes das melhores famílias, universidades e business schools, que não olham a meios para fazer dinheiro, nem que para isso tenham que enganar e cuspir nas massas, fazer pactos com gente corrupta e violenta ou patrocinar atentados contra a democracia. O lixo liberal-fascista que gosta de dar lições de moral, mas que, na realidade, não é exemplo para ninguém. Pelo menos para pessoas sérias. O liberal-fascismo que não acaba quando acaba o dinheiro dos outros. Porque quando acaba o dinheiro dos outros, o liberal-fascismo encontra sempre outra maneira para parasitar a humanidade. Pulhas.

São Pedro Gordo

Novo artigo em BLASFÉMIAS


por Sérgio Barreto Costa

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- Dá para entrar, São Pedro?

- Não te conheço, meu filho, não deves ser cliente habitual. Como te chamas?

- Sou o Manuel Reis, cheguei agora mesmo de Lisboa.

- É melhor tentares noutro dia, Manel, não estás na lista de convidados e a casa está cheia.

- Bolas, São Pedro, o 007 é que entrou num filme chamado “Morre noutro dia”! Isto aqui não é cinema, estou um bocado limitado nas opções!

- Ehehehe, já me tinham dito que eras um gajo bem-humorado. Ok, podes passar, são 240 euros.

- 240 euros?! Mas acabaste de pedir 12 euros à última pessoa que entrou! É que nem na Venezuela a inflação está tão descontrolada!

- Misteriosos são os caminhos do Senhor, Manel. E, por vezes, caros…

- Eu li algures que o Limbo tinha acabado, gostava de saber para onde vou com estes valores celestes de consumo mínimo.

- Oh meu filho, estou a brincar, claro que podes entrar sem problemas. É fácil de perceber que tu és um tipo impecável, estava só a pegar contigo por causa deste tipo de traquinices que tu fazias lá em baixo.

- É a “política da porta”, São Pedro, não é por mal. Isso faz-se em todo o mundo e é obrigatório para o sucesso do negócio. Pergunta ao teu patrão omnisciente, ele sabe disso.

- Sabemos todos, Manel. E compreendemos a situação. Aliás, aqui na Igreja também temos uma espécie de “política da porta” relacionada com o sacerdócio: achamos que a nossa actividade pode ser melhor desenvolvida se não permitirmos a ordenação feminina.

- Pronto, ainda bem que entendes a minha situação.

- Claro que sim. O que não entendo é a veneração que te dedicaram nos últimos dias, uma vez que foi feita, quase sempre, por pessoas que nos azucrinam a cabeça diariamente por causa da discriminação que levamos a cabo!

- Vocês andam a discriminar mal, isto tem de ser feito com arte. É uma encenação como outra qualquer.

- Achas que estamos a precisar de um sommelier da discriminação? Podias dar-nos umas dicas, Manel...

- O mais importante é nunca discriminares os profissionais da luta contra a discriminação. É pessoal muito chato, devem ser mimados com regularidade. O resto vem por acréscimo: discriminação no cu dos outros é refresco.

- Não me parece que isso chegue. Bolas, Manel, falemos a sério! Prestaram-te um culto, lá na tua terra, como eu já não via desde as aparições da Cova da Iria!

- Dá-lhes um desconto, São Pedro, lembra-te do Eclesiastes: “vaidade das vaidades, tudo é vaidade”. Na maior parte dos casos, quando estão a falar de mim não estão a falar de mim; estão a falar deles. Vamos lá mas é à festa. Quem é que está a pôr música hoje?

RTP - O Essencial

O Essencial

2 Abril, 2018

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Carlos Santos Neves
Coordenador Multimédia
Carlos Santos Neves

Bem-vindo

Dia de greve na empresa Infraestruturas de Portugal. Com impacto nos transportes ferroviários de passageiros, sobretudo em ligações de longo curso. Até ao final da manhã tinham sido suprimidos pelo menos 100 comboios.


Comboios sem serviços mínimos em dia de greve na IP

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Os trabalhadores da Infraestruturas de Portugal estão hoje em greve. Uma ação que atinge a circulação de comboios de passageiros, para a qual não foram decretados serviços mínimos. A Fectrans – Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações acusa a administração e o Governo de terem recuado face a um primeiro acordo. Acusa também a empresa de estar a substituir os trabalhadores em protesto e admite avançar com uma queixa junto da Autoridade para as Condições do Trabalho. O Governo responsabiliza, por sua vez, os sindicatos pelo fracasso da última ronda de negociações, no fim de semana. O impacto desta paralisação é atualizado ao longo do dia na RTP3.


Portugueses atacados na República Centro-Africana

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Um grupo de 15 militares portugueses ao serviço das Nações Unidas foi alvo de uma emboscada na República Centro-Africana, mas não há notícia de baixas. O ataque teve lugar na tarde de sábado durante uma patrulha de rotina na cidade de Bangui. Ouvido pela Antena 1, o comandante Pedro Coelho Dias, porta-voz das Forças Armadas, deu mais detalhes.


Denúncias de pressões e ameaças na Ryanair

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Outra greve em Portugal, a da Ryanair, fica marcada por denúncias de ameaças de despedimento. Tripulantes da transportadora na Europa foram contactados para substituírem os colegas portugueses que cumpriram no domingo de Páscoa o segundo dia de paralisação. A RTP teve acesso a conversas telefónicas. Num destes contactos, uma tripulante espanhola é ameaçada com despedimento por se mostrar solidária com o protesto dos profissionais portugueses.


Pequim retalia em guerra comercial com Trump

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O Governo chinês fez subir as taxas sobre importações de carne de porco, fruta e outros produtos dos Estados Unidos. O Ministério das Finanças da China confirma tratar-se de uma resposta às tarifas que o Presidente norte-americano decidiu aplicar às importações de aço e alumínio. Politicamente, a escolha de Pequim é cirúrgica: espera-se que as medidas afetem sobretudo áreas rurais da América, onde está concentrada boa parte da base de apoio de Donald Trump.


Operação Páscoa. Quatro mortos, mais de 800 acidentes

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Termina esta segunda-feira a Operação Páscoa da Brigada de Trânsito da GNR. O último balanço refere quatro vítimas mortais em mais de 800 acidentes nas estradas portuguesas. Também a PSP levou a cabo, nos últimos dias, a Operação Polícia Sempre Presente – Páscoa em Segurança, com registo de mais de 300 acidentes, seis feridos graves e 91 ligeiros.


Tráfego postal em quebra

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Entra esta segunda-feira em vigor o novo tarifário dos CTT para o serviço postal universal. Os preços sofrem um aumento médio de 4,5 por cento. Números aqui sintetizados pela jornalista da Antena 1 Raquel Morão Lopes mostram que a circulação de cartas e encomendas caiu para metade desde 2001. Se este ritmo se mantiver, dentro de 16 anos não haverá correio em Portugal.


Porto tenta reaver a liderança a solo

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Para retomar a liderança isolada da I Liga, o Futebol Clube do Porto terá de bater esta segunda-feira o Belenenses, no fecho da 28ª jornada. Na antevisão desta partida, o treinador dos dragões, Sérgio Conceição, saiu em defesa dos jogadores, perante a atual conjuntura do futebol português.


Sol, nanopartículas e água

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A estrela que governa o nosso sistema planetário é uma fonte de energia com múltiplas utilizações. Um grupo de investigadores das universidades norte-americanas de Yale e Rice desenvolveu um método que emprega o Sol na conversão de água salgada em água potável. O Nuno Patrício explica aqui como funciona esta tecnologia.


O óbito da Tiangong-1

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Está desfeita a incógnita sobre o ponto de queda. Tal como a própria estação espacial chinesa, que concluiu em pedaços incandescentes a sua missão. A Tiangong-1 reentrou na atmosfera terrestre na região central do Pacífico sul, segundo o CMSEO, a estrutura responsável pelas missões espaciais tripuladas da China. A maior parte desintegrou-se com o atrito.


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Uma delegação de 150 atletas e artistas sul-coreanos está de visita a Pyongyang, em novo gesto de desanuviamento da crónica tensão entre os dois países da Península Coreana. As cantoras da girls band Red Velvet assumiram o protagonismo na capital da Coreia do Norte, onde atuaram sob o olhar de Kim Jong-un.

Braga e o Estado Laico

Novo artigo em Aventar


por dariosilva

O Estado português é laico.
A Câmara Municipal de Braga é católica, apostólica, romana.

Portugal: 15 fantásticos locais para visitar na Primavera

por admin

A Primavera chega e, um pouco por todo Portugal, regressa o bom tempo, os campos voltam a ficar verdejantes e as flores começam a despontar. O país ganha uma nova vida e não faltam locais para visitar onde pode ver a Natureza em todo o seu esplendor, a fazer a sua habitual magia desta época do ano, em que o Inverno dá lugar à vida própria da Primavera. Para elaborar este roteiro, escolhemos locais onde é possível apreciar a Primavera em todo o seu esplendor, seja nas amendoeiras em flor de Foz Côa, seja nos pastos verdejante do Sistelo ou seja nas ruas floridas de Trancoso. Descubra os melhores locais para visitar na Primavera em Portugal.

1. Foz Côa

Situada na região do Alto Douro, numa área de terras xistosas também conhecidas como “Terra Quente”, Vila Nova de Foz Côa é uma cidade, sede de concelho, que viu o seu nome correr fronteiras pela descoberta e classificação como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO das suas gravuras rupestres paleolíticas ao ar livre no vale do Rio Côa, um dos maiores centros arqueológicos de arte rupestre da Europa. Região maioritariamente agrícola, é também conhecida como a “Capital da Amendoeira”, devido à grande densidade desta árvore no concelho, em parte derivada do especial microclima de cariz mediterrânico que aqui se faz sentir, permitindo paisagens sem igual quando estas amendoeiras florescem e vestem os campos de branco e rosa, normalmente na segunda semana de Fevereiro prosseguindo até aos primeiros dias de Março.

Amendoeiras em Flor no DouroAmendoeiras em Flor no Douro

Este mundo agrícola molda a paisagem de vinha, olivais e das referidas amendoeiras, permitindo panoramas únicos de grande beleza, por entre montes e vales, onde cursos de água abundam.
Por todo o concelho existem Aldeias Rurais, xistosas, onde a tradição e costumes ainda imperam. Perto de Vila Nova de Foz Coa, está a localidade de Numão, um importante bastião aquando da ocupação romana, e onde se encontram ainda as ruínas de um castelo do século X, bem como interessantes casas Judaicas.

2. Sistelo

A aldeia de Sistelo situa-se no concelho de Arcos de Valdevez, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gêres, junto à nascente do rio Vez. Famosa pelas suas paisagens em socalcos, onde se cultiva o milho e pasta o gado, a aldeia encontra-se muito bem preservada, tendo sido recuperadas as casas típicas de granito, os espigueiros e os lavadouros públicos. O Castelo de Sistelo, ex-líbris da aldeia, merece uma cuidadosa visita: trata-se de um palácio de finais do século XIX onde viveu o Visconde de Sistelo.

SisteloSistelo - Rui Videira

Deambule pelas ruelas de Sistelo e aprecie a Igreja Paroquial, a Casa do Visconde de Sistelo, a Ponte Romana e o Moinho, a ponte de Sistelo de jusante, a Ermida de Nossa Senhora dos Aflitos e as Capelas de Santo António, de São João Evangelista, da Senhora dos Remédios e da Senhora do Carmo. Não deixe de subir ao miradouro do Chã da Armada para admirar a magnífica vista panorâmica! Se é apreciador de caminhadas na natureza, percorra o Trilho das Brandas de Sistelo (10 km), que tem início na aldeia, e fique a conhecer as brandas de Rio Covo, em Sistelo, do Alhal, no Padrão, e da Cerradinha, terrenos que, durante o verão, serviam de apoio à pastorícia. O artesanato característico da aldeia é composto pelas meias redondas de lã e pelos aventais de lã.

3. Soajo

O Soajo, uma das mais típicas aldeias portuguesas, pertence ao concelho de Arcos de Valdevez e situa-se numa das vertentes da serra da Peneda, inserida no Parque Nacional da Peneda-Gerês. A aldeia foi vila e sede de concelho entre 1514 e meados do século XIX mas, a sua história, começa muito antes, como o comprovam o Santuário Rupestre do Gião, na serra do Soajo, e as inúmeras antas e mamoas que existem nesta zona. Possui um grandioso conjunto de espigueiros (classificados como imóvel de interesse público) erigidos sobre uma gigantesca laje granítica e que, ainda hoje, são utilizados para secar o milho, pelas gentes da terra.

EspigueirosEspigueiros do Soajo

Enquanto caminha pelas ruas pavimentadas com lajes de granito repare nas casas típicas construídas no mesmo material. Aprecie a Casa da Câmara, a Casa do Enes, a Igreja Paroquial de São Martinho do Soajo, o moinho em ruínas e o pelourinho. Atente na calçada medieval que proporciona uma vista panorâmica da aldeia. As inúmeras casas de turismo aqui existentes nasceram da recuperação de edifícios antigos. São espaços muito bem restaurados que mantiveram a traça tradicional e que proporcionam estadias confortáveis em pleno Parque da Peneda-Gerês.

4. Trancoso

Com um passado a par da História de Portugal, Trancoso é uma vila protegida por muralhas onde se preserva o ambiente medieval nas ruas estreitas e nas casas de pedra. O planalto onde está situada, a 870 metros de altitude, deu-lhe a posição estratégica na defesa da fronteira com Espanha e transformou-a numa importante praça de armas durante a Idade Média. A imponente Porta d'El Rei é a entrada principal nas muralhas e também uma homenagem a D. Dinis que aqui celebrou o seu matrimónio com Isabel de Aragão, em 1282, na Ermida de São Bartolomeu. D. Dinis ofereceu a vila à Rainha Santa em dote e instituiu a feira franca, na origem da grande Feira de Trancoso que ainda acontece a partir de 15 de Agosto, dia da padroeira Nossa Senhora da Fresta.

TrancosoTrancoso

O labirinto de ruas de pedra conduz-nos ao centro da vila onde se encontra o Pelourinho, no cruzamento entre a Vila Velha e a Vila Nova. Na parte mais antiga, encontramos o Castelo muito disputado entre mouros e cristãos e conquistado definitivamente pela força de D. Afonso Henriques em 1160, e a Igreja de São Pedro, onde descansa para a eternidade o misterioso Bandarra (1500-45), um sapateiro poeta que profetizou a perda da independência de Portugal em 1580 e a sua restauração em 1640. Foi na Vila Nova que a população se estabeleceu. No séc. XV existiu aqui uma importante comunidade judaica que muito contribuiu para o desenvolvimento do comércio. A memória dessa época permanece na arquitectura das casas com duas portas (uma larga, de entrada na loja, e outra estreita, com acesso à área de residência) e na Casa do Gato Negro (no Largo Luís de Albuquerque), um dos edifícios mais emblemáticos da vila identificado como sendo a antiga sinagoga e residência do rabino.

5. Óbidos

A lindíssima vila de Óbidos, de casas brancas enfeitadas com buganvílias e madressilvas foi conquistada aos mouros pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, em 1148. Mais tarde, D. Dinis doou-a a sua mulher, a rainha Santa Isabel. Desde então e até 1883, a vila de Óbidos e as terras em redor foram sempre pertença das rainhas de Portugal. Envolvida por uma cintura de muralhas medievais e coroada pelo castelo mouro reconstruído por D. Dinis, que hoje é uma pousada, Óbidos é um dos exemplos mais perfeitos da nossa fortaleza medieval. Como nos tempos antigos, a entrada faz-se pela porta sul, de Santa Maria, embelezada com decoração de azulejos do séc. XVIII.

ÓbidosÓbidos

Dentro das muralhas, que sob o sol poente tomam uma coloração dourada, respira-se um alegre ambiente medieval feito de ruas tortuosas, de velhas casas caiadas de branco com esquinas pintadas de azul ou de amarelo, de vãos e janelas manuelinas, lembrando que D. Manuel I (séc. XVI) aqui fez grandes obras, de muitas flores e plantas coloridas. Não deixe de visitar a Igreja Matriz de Santa Maria, a linda capela de São Martinho e, fora das muralhas, a Igreja do Senhor da Pedra.