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terça-feira, 26 de junho de 2018

Partidos da coligação de governo na Alemanha reúnem-se para falar de migrações

MIGRAÇÕES

26/6/2018, 7:16

Os partidos que integram a coligação de governo na Alemanha - CDU, SPD e CSU - reúnem-se esta terça para debater as divergências em matéria de imigração que ameaçam o executivo de Angela Merkel.

WAEL HAMZEH/EPA

Autor
  • Agência Lusa
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Os partidos que integram a coligação de governo na Alemanha — CDU, SPD e CSU – reúnem-se esta terça-feira para debater as divergências em matéria de imigração que ameaçam a estabilidade do executivo da chanceler Angela Merkel. A reunião foi convocada pelo Partido Social-Democrata (SPD), mas as divergências são especialmente visíveis entre a União Democrata-Cristã (CDU) de Merkel e o seu aliado tradicional, a União Social-Cristã (CSU) da Baviera, liderada pelo ministro do Interior Hörst Seehofer.

Seehofer quer recusar a entrada a migrantes registados noutros países europeus e Merkel recusa medidas unilaterais e quer uma resposta europeia para o problema. “O SPD não pode ser o mediador entre a CDU e a CSU, que têm de resolver as suas diferenças, mas o compromisso a que chegarem tem de ser discutido connosco”, disse a líder dos sociais-democratas, Andrea Nahles.

O plano de Seehofer baseia-se no chamado Protocolo de Dublin, segundo o qual os pedidos de asilo devem ser analisados no Estado pelo qual o refugiado entrou no território europeu, o que penaliza especialmente Itália e a Grécia, principais países de chegada de migrantes que atravessam o Mediterrâneo com destino à União Europeia.

Um dos principais aliados de Merkel na CDU, Armin Laschet, advertiu que o plano de Seehofer pode gerar reações unilaterais de outros países europeus, como Itália decidir abandonar o protocolo de Dublin, que acabarão por ter como consequência um aumento dos pedidos de asilo à Alemanha.

Para Laschet, é necessário “sistemas que funcionem, muitas conversações, tempo e tranquilidade”. É pouco provável que a CSU aceite “tempo e tranquilidade”, depois de, na semana passada, Seehofer ter dado um ultimato a Merkel, ameaçando encerrar as fronteiras da Alemanha “em julho” se não for conseguido um acordo entre os dirigentes europeus na cimeira desta semana.

O cenário mais extremo, citado por analistas, é Seehofer considerar insuficiente o que vier a ser decidido na cimeira europeia e avançar para a aplicação do seu plano, o que obrigaria a chanceler a demiti-lo, com a consequente saída da CSU da coligação. Na reunião de hoje participam, pela CDU, Merkel e o líder do grupo parlamentar, Volker Kauder, pelo SPD, Nahles e o vice-chanceler e ministro das Finanças, Olaf Scholz e, pela CSU, Seehöfer e o vice-presidente do grupo parlamentar CDU-CSU, Alexander Dobrind.

Entre as brumas da memória


Dica (776)

Posted: 25 Jun 2018 02:37 PM PDT

Estragos no elevador (Manuel Carvalho da Silva)

«A ideia de igualdade é para os portugueses nova. Ganhou forma com a democracia e com as instituições por ela criadas: i) a liberdade sindical, o direito à negociação coletiva, à greve e a uma legislação do trabalho moderna deram dignidade aos trabalhadores, valorizaram os seus salários, atualizaram a estrutura da economia; ii) o poder local democrático criou infraestruturas básicas imprescindíveis; iii) a escola pública de qualidade surgiu gratuita e para todos; iv) o Serviço Nacional de Saúde veio com acesso universal; v) os transportes e outros serviços garantiram direitos fundamentais aos portugueses em cidades, vilas e aldeias; vi) e também, em dimensão insuficiente, algumas políticas de habitação foram positivas.

Tudo isto são peças do elevador social. Quando uma se avaria, o elevador engasga-se. O que caracteriza o funcionamento do elevador é o facto de todas as suas peças existirem para aproximar, para incluir e não para dividir ou segregar.»

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A sério, senhor presidente?

Posted: 25 Jun 2018 01:39 PM PDT

“Um presidente da República é eleito para sofrer”
A sério? Votaram em si para PR para sofrer por causa da bola?
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Estes querem ser os novos presidentes da Junta

Posted: 25 Jun 2018 10:03 AM PDT

Rivera, Macron y Renzi negocian una plataforma común para las elecciones europeas.

Olhem que três!... Vêm aí tempos interessantes: «nós é que somos os verdadeiros progressistas».

«El objetivo de la plataforma es "salir del eje derecha e izquierda en favor de uno que enfrente a progresistas contra populistas". (…)

La plataforma pretende salir de los "antiguos partidos políticos" y, por tanto podría implicar la creación de un grupo nuevo en el Parlamento de Estrasburgo: "Debemos evitar cerrarnos en un grupo ya estructurado".»

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Antoni Gaudí nasceu num 25 de Junho

Posted: 25 Jun 2018 04:01 AM PDT

Antoni Gaudí nasceu em 25 de Junho de 1852 e teve uma morte insólita, a poucos dias de fazer 74 anos: ao sair da sua catedral Sagrada Família, foi atropelado por um carro eléctrico numa rua de Barcelona. Sem documentos nem dinheiro na algibeira, acabou por ser levado para um hospital e depositado numa ala comum reservada aos pobres.

Estranhando a ausência, os seus colaboradores localizaram-no no dia seguinte, quiseram levá-lo para um hospital com melhores condições, mas viram a proposta recusada pelo próprio e assistiram à sua morte em 10 de Junho de 1926. Dois dias depois, uma multidão prestou-lhe uma última homenagem, num longo cortejo que acompanhou a urna até à cripta da catedral.

Polémico como poucos, odiado por alguns, idolatrado por outros, único para todos. Em jeito de homenagem, fotos de algumas das suas obras mais emblemáticas.

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A síndrome da paixão da educação

Posted: 25 Jun 2018 03:15 AM PDT

Francisco Louçã no Expresso Economia de 23.06.2018:

«É tudo uma embrulhada. Começa pelas contas: o gasto com a contagem do tempo de serviço dos professores seria de 90,2 milhões de euros este ano, dizia o Governo, agora é de 37 milhões, corrige o mesmo Governo. Mas não respire fundo, para o próximo ano a conta estava errada mas não por excesso, era por defeito, duplique o número. É tudo um bocado nas costas do envelope, mas é assim que vai o debate acerca do congelamento das progressões das professoras e professores. E depois vem a política, o voto do Parlamento e a declaração de compromisso assinada entre o ministro e os sindicatos previam a reposição no contexto da sustentabilidade das contas públicas, só que o Governo explica agora que se esqueceu de traduzir isto para português: é que a sustentabilidade impede a reposição, ponto final.

Há várias leituras políticas possíveis. Uma é que os sindicatos tomaram uma posição moderada, aceitando um plano de reposição em seis anos, o que significa que os professores aceitam um sacrifício. Outra é que o Governo deu sinais, compromissados e assinados, de querer conversar, mas afinal recusa negociar. Eleitoral e politicamente, este risco só é aceite pelo Governo se calcular que a demonstração de autoridade antissindical vale mais do que o voto dos sacrificados.

Mas há um problema mais de fundo: como é que foram retirados estes direitos legais? Foi em nome do argumento de uma situação de exceção. Repare bem, a lei não foi mudada. Quem ensina tem a mesma carreira. Só que se impôs a noção de que há um estado de sítio que permite anular o valor das leis por uma regra orçamental. Ora, a suspensão da legalidade em nome do direito de exceção tem imensas consequências para a vida democrática: onde para esse direito de ilegalizar as leis? Pelos vistos, para Tiago Brandão Rodrigues, esse estado de sítio eterniza-se.»

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Bruno de Carvalho, O Grande

Estátua de Sal  por estatuadesal

(Nuno Godinho de Matos, 25/05/2018)

Bruno_de_Carvalho_By_Bruno_Sousa

A classe dirigente nacional, urbana, sediada nos grandes centros, como Lisboa e Porto, desde Madame Thatcher e Ronald Reagan, adoptou, com fé, convicção, zelo, militantismo e sistematicamente, os valores de gestão praticados nos USA. Traduzidos para português, por Anglo-Saxónicos, dado serem uma expressão do mais elevado grau educacional, que recordam a aristocrática e loira “Albion” e não a América resultado do labor de emigrantes Irlandeses, mal educados e consumidores de cerveja, em doses ausentes de moderação.

Valores esses que se resumem a:

Regra de ouro: 1.ª) precariedade no emprego, se possível, a recibo verde;

2.ª) “Up or out” – ou sobes ou vais para a rua e lixa-te!

3.ª) “either you invoice, or out”. ou facturas e cobras ou vais para a rua e lixa-te.

Esta trilogia que, nas reuniões de “governance” das “corporations”, substitui a Santíssima Trindade, nunca é assumida, devido à sua chocante brutalidade e por isso é traduzida pela perífrase: “regras de gestão e racionalidade na tomada de decisões”.

Isto por que, as pessoas educadas e de bem nunca usam termos, ou expressões que revelem o seu egoísmo e a sua subordinação a um único valor: o ganho, o lucro, a facturação eficazmente cobrada.

Aliás até pagam, para que outros lhes proporcionem serviços de solidariedade social; a fim de, quando necessário e se necessário, poderem invocar e citar essas prestações de preocupação com os “pobrezinhos e desvalidos”.

Isto é. Traduzido em português corrente, nas organizações que praticam os métodos de gestão decorrentes dos belos princípios de Reagan pai, segue-se a metodologia: ou produzes e dás lucro ou vais-te embora e trata da tua vida que estás a mais.

O Grande Bruno de Carvalho, seguindo os princípios atrás expostos, aplicou esta “metodologia de direcção, gestão e condução de empresas”, ao clube de “pontapé na bola” da elite nacional, prestando-lhe um grande serviço, para seu imenso prazer e satisfação. Para o comprovar basta ver quem o acompanha, nas fotografias públicas, até há dois meses atrás.

Sucede, porém, que Bruno de Carvalho, “o Grande”, depois de praticar estes princípios durante anos, quando confrontado com as desapropriadas discordâncias do mal educado do treinador e de alguns jogadores, influenciados pelo primeiro, decidiu pensar pela sua cabeça e aplicou uma outra regra que, os seus bem pensantes mentores, convictos adeptos da Loira Albion, igualmente, lhe ensinaram, segundo a qual: “The most important is to hold on and pursuit.” Ou, como diria Salazar, responsável pela divulgação da regra, no todo nacional, “il faut tenir”.

E, aí, dado ser uma pessoa com deficiências educacionais, isto é, dado, ser um principiante na prática da hipocrisia, característica dos dirigentes bem pensantes e colocados em lugares de direcção, pensou que o melhor seria contratar uns jagunços e mandar distribuir uma carga de pancada sobre os seus opositores, para resolver a questão, mostrando quem manda.

O individuo em causa cometeu um único erro: ter-se esquecido que, quando se opta por um caminho formal e substancialmente ilegal, mandam as regras de gestão praticados na América do Norte (ai, perdão) Anglo-Saxónicas, que jamais se deixe rasto, assinatura, ou qualquer possibilidade de identificar o mandante.

Ele foi grosseiro e, em vez de escolher uma tribo de ciganos, vinda do estrangeiro e imediatamente a seguir exportada, para outro território, com outro governo soberano, para praticar os desacatos, socorreu-se da “Juve-Leo”.

Naturalmente, como dois mais dois são quatro, toda a sociedade nacional compreendeu o que tinha sucedido.

Contudo, realmente ele não é um facínora. Ele é um escrupuloso seguidor das muito Nobres e Distintas regras de gestão seguidas na América do tio Reagan, peço desculpa, regras de matriz Anglo-Saxónica, só que, ainda, com pouca educação e deficiente prática da hipocrisia, com a qual se gerem os interesses.

Ele, a quem estava destinada uma estátua, a ser colocada, exactamente no Marquês de Pombal, com o pé sobre o Leão, retirando da mesma o tolo do Iluminista (o qual mandou cortar algumas cabeças, mas, no Século XVIII, os primeiros ministros podiam ordená-lo aos tribunais) acaba por ser destituído, arrasado e destruído, sendo, agora, repete-se: agora e somente agora, tratado por toda a classe dirigente, educada, bem pensante, de boas famílias e melhores relações, como um facínora.

Passou de herói, a vilão, homem a abater, esquecer e condenar às profundezas do opróbrio. E isto, somente, por não saber aplicar a dose de hipocrisia necessária ao triunfo e não ter sabido aconselhar-se com quem lha podia ensinar.

Agora que se destruiu a si próprio, aplicando os critérios daqueles a quem serviu durante anos, é fácil cuspir-lhe em cima. Só que, o acto de lhe cuspir na cara, neste momento, não revela, nem grande coragem, nem grandes princípios. Revela, como sempre, a singela, real e Santa Madre: hipocrisia.

Preocupações com guerra comercial voltam a pesar sobre Wall Street

Leonor Mateus Ferreira

14:50

O Wall Street Journal noticiou este domingo que os EUA pretendem impedir que empresas com mais de 25% de capital chinês adquiram participações em firmas do setor da "tecnologia industrialmente significativa".

Reuters

Houve nova investida na guerra comercial, no domingo, e as bolsas norte-americanas abriram em queda no domingo. As preocupações com o tema voltaram a pesar sobre Wall Street depois de o jornal Wall Street Journal ter noticiado que os EUA estão a preparar um plano para impedir que empresas com mais de 25% de capital chinês adquiram participações em firmas do setor da “tecnologia industrialmente significativa”.

No Twitter, Donald Trump ameaçou também que “todos os países que colocaram barreiras artificiais ao comércio e tarifas sobre bens que entram nos seus país (devem) remover essas barreiras e tarifas ou irão receber mais do que a reciprocidade”.

Neste cenário, as principais bolsas norte-americana abriram em queda. O índice industrial Dow Jones perde 0,81% para 24.382,13 pontos, enquanto o financeiro S&P 500 cede 0,53% para 2.740,30 pontos e o tecnológico Nasdaq cai 1,16% para 7.603,74 pontos.

“As notícias de que Donald Trump se prepara para restringir o investimento chinês nos EUA caíram mal junto dos investidores”, referiu Ramiro Loureiro, analista de mercados do MTrader, do Millenium BCP.

Os produtores de chips e as empresas chinesas listadas em mercados dos EUA estiveram entre as cotadas mais transacionadas nas negociações que antecipam a abertura do mercado. A Advanced Micro Devices tomba 2,09% para 15,47 dólares, enquanto a Alibaba afunda 4,60% para 192,72 dólares.

A Harley-Davidson recua 1,63% para 43,49 dólares depois de ter anunciado que irá ter custos agravados graças à retaliação da União Europeia. “A fabricante de motociclos norte-americana espera custos até aos $100 milhões por ano devido à aplicação de tarifas por parte da União Europeia. Cada motociclo irá custar mais $2.200 com a empresa a absorver este custo”, explica Loureiro

No mercado cambial, a moeda norte-americana deprecia-se 0,31% contra o euro para 1,1687 dólares e 0,15% contra a libra para 1,3281 dólares. Face à par japonesa, a divisa dos EUA desvaloriza 0,29% para 109,65 ienes. A yield das Treasuries a 10 anos recuam 1,46 pontos base para 2,88%.

Erdogan reeleito presidente no meio dos protestos da oposição, para nova era de poder reforçado

António Freitas de Sousa

07:50

Presidente turco conseguiu a presidencialização do regime, que deixa de ter primeiro-ministro. Oposição queixa-se de manipulação por parte da agência noticiosa estatal.

Recep Tayyip Erdogan, líder de facto da Turquia desde 2002, foi reeleito este domingo com quase 53% dos votos, numa altura em que estavam contadas 95% das mesas do país, de acordo com a agência de notícias estatal Anatolia. Terá, agora, ainda mais poderes, depois da decisão de presidencialização do regime, que acaba com a figura do primeiro-ministro.

Numa jornada de eleições duplas em que para além do presidente foi também eleito um novo parlamento, o Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, de Erdogan) aproximou-se de uma maioria absoluta, com 44% dos votos, a que se somam os 11% do Partido do Movimento Nacionalista (MHP), que estabeleceram uma coligação que já antes tinha a maioria absoluta no parlamento.

Segundo a Anatolia, o AKP conseguiu uma grande hegemonia territorial, apenas quebrada nos sítios do costume: o sudeste do país, onde o Partido Democrata pró-curdo dos Povos (HDP) fortaleceu a sua posição e conseguiu superar a barreira de 10%, o que dá acesso ao parlamento; e a costa do Mediterrâneo e a Trácia, onde o Partido Republicano do Povo (CHP, social-democrata e secular) manteve uma forte presença.

Erdogan mostrou mais uma vez que ainda não há alguém capaz de derrotá-lo nas urnas, apesar da difícil situação económica da Turquia, marcada pela desvalorização da lira em relação ao dólar e ao euro e por uma inflação de dois dígitos. O presidente ficará à frente do país pelo menos até 2023, ano do centenário de fundação da Turquia moderna (que substituiu o império Otomano) por Mustafa Kemal Atatürk.

Erdogan superou em muito os 50% dos votos que garantem a reeleição direta sem arriscar uma segunda volta, enquanto o líder de centro-esquerda, Muharrem Inge, poderá ter chegado aos 30%. A conservadora nacionalista Meral Akserner, que rompeu com o MHP para criar o Partido do Bem, atingiu os 7%, mais ou menos o mesmo que o líder curdo Selahettin Demirtas, que disputou a corrida eleitoral da prisão onde se encontra encarcerado.

Entretanto, segundo as agências internacionais, a oposição turca recusou-se a reconhecer desde já os resultados avançados pela Anatolia, considerando que são “manipulação do governo”. Muharrem Inge pediu mesmo aos seus apoiantes que “não abandonem a vigilância”, para evitar possíveis fraudes.

Meral Aksener, a primeira mulher a concorrer à presidência turca, que obteve menos votos do que o porevisto, reagiu mais ou menos da mesma forma: “não vamos deixar as urnas! Devemos protegê-las das tentativas manipuladoras da agência Anatolia”, disse.

O porta-voz do AKP, Mahir Unal, descreveu como “inaceitáveis” os “ataques e ameaças às instituições nacionais, especialmente à agência estatal de notícias”, e que “o Ministério do Interior confirmou que tivemos um dos processos eleitorais mais seguros” de sempre.

A participação nas eleições, ainda segundo a agência estatal, foi da ordem dos 92%.

Se tudo correr como o esperado, deixa a partir deste domingo de haver a figura do primeiro-ministro. Para além disso, o governo que agora será formado pelo presidente não tem de incorporar personalidades saídas dos partidos ou do parlamento, o que lhe confere um cariz completamente independente do que acontece nas eleições. O próprio governo poderá também governar por decreto, o que quer dizer que não terá propriamente que se cingir aos equilíbrios parlamentares.